La actuación de los profesionales de ocio y recreación en hoteles:

Lo que se piensa y lo que se hace.

 

A ATUAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DO LAZER EM HOTÉIS:

O QUE SE PENSA, O QUE SE FAZ[1]

 

Carla Augusta Nogueira Lima e Santos[2]

Silvio Ricardo da Silva[3]

 

14 ENAREL. 13 a 16 de Noviembre de 2002.

UNISC. Santa Cruz do Sul – RS. Brasil.

 

 

 

 

RESUMEN

Se sabe que la hotelería es uno de los segmentos que mas crecen en los últimos tiempos, sucediendo lo mismo como un campo de actuación del profesional del área. Frente a esas oportunidades, es bastante común encontrarnos profesionales del ocio y la recreación desarrollando actividades en un complejo hotelero. Partiendo de esa realidad, se pueden hacer algunos cuestionamientos: Finalmente, quién es este profesional del ocio y la recreación que actúa en hoteles? Qué piensa? Qué hace? Frente a estos cuestionamientos e inquietudes, nos dispusimos a verificar como se procesa la acción de los profesionales del ocio y la recreación en los hoteles y sus posibles intereses frente a la teoría adoptada, así como analizar la propuesta en que se fundamenta el trabajo de los mismos. Así, el presente trabajo tiene como objetivo presentar los resultados de una investigación realizada por nosotros, que intenta entender, detectar y analizar trabajos de recreación y ocio desarrollados en hoteles. Creemos, así mismo, estar contribuyendo con un posible aporte al ramo de la hotelería, en la medida que se trata de un tema actual, carente de teorías que fundamenten y orienten el trabajo de los profesionales del área, auxiliando, así, al norte de actuación de los mismos.

 

RESUMO

Sabe-se que a hotelaria é um dos segmentos que mais crescem nos últimos tempos, e o mesmo acontece com o campo de atuação do profissional dessa área. Diante dessas oportunidades, é bastante comum encontrarmos profissionais do lazer desenvolvendo atividades em um complexo hoteleiro. Partindo dessa realidade, podem ser feitos alguns  questionamentos: Afinal, quem é este profissional do lazer que atua em hotéis? O que ele pensa? O que ele faz? Diante desses questionamentos e inquietações, dispusemo-nos a verificar como se processa a ação dos profissionais do lazer nos hotéis e seus possíveis interesses diante da teoria adotada, bem como analisar a proposta em que fundamenta o trabalho dos mesmos. Assim, o presente trabalho tem como objetivo apresentar os resultados de uma pesquisa realizada por nós, que visa entender, detectar e analisar trabalhos de recreação e lazer desenvolvidos em hotéis. Acreditamos, assim, estar contribuindo com um possível subsídio ao ramo da hotelaria, visto que se trata de um tema atual, carente de teorias que fundamentem e orientem o trabalho dos profissionais da área, auxiliando, assim, no norte de atuação dos mesmos.

 

 

INTRODUÇÃO

 

Percebe-se atualmente um grande aumento do setor hoteleiro, no Brasil. Segundo TRIGO (2000), a rede hoteleira nacional cresceu consideravelmente a partir de 1995 e atualmente apresenta uma pluralidade considerável de hotéis e resorts, bem como, outros meios de hospedagem alternativos como pousadas e campings.

 

Diante desse quadro, percebe-se, o quanto vem aumentando os espaços de atuação do profissional do lazer[4] nesta área, visto que consideramos os mesmos como possíveis setores de intervenção.

 

Aprofundando acerca dos espaços e possibilidades de atuação, ISAYAMA E STOPPA (2001) sugerem a seguinte classificação:

 

“setor público, setor privado e o chamado terceiro setor. No primeiro verifica- se a contratação de profissionais para a realização de ações no âmbito do lazer direcionadas para a população em geral, como também, o desenvolvimento de projetos diversificados. Já no setor privado também apresenta possibilidades de atuação voltadas para o lazer em espaços diferenciados, como clubes, acampamentos campings, hotéis, condomínios, academias de ginástica e parques temáticos. Por último, encontra-se  o terceiro setor que, por sua vez, oferece algumas oportunidades de atuação profissional em associações de bairros, organizações não-governamentais, cooperativas, associações de classes e sindicatos”. (P.72)

       

Entretanto, é importante ressaltar que analisamos, especificamente, o trabalho de lazer desenvolvido no setor privado, especificamente nos hotéis, por se tratar de um campo de grande atuação de profissionais do lazer.

 

Diante do exposto e da inquietação de podermos responder o quê estes profissionais pensam e o quê eles fazem, é que nos colocamos a verificar o comportamento e atuação dos mesmos, de modo a detectar, compreender e avaliar tais atitudes.

 

Sendo assim, o presente artigo procura apresentar algumas percepções advindas de uma pesquisa de caráter qualitativo, realizada entre janeiro e março do ano de 2002, com o propósito de se verificar a atuação dos profissionais de lazer em hotéis. Para concretizar e fundamentar tal pesquisa, a mesma se fragmentou em pesquisa de campo, documental e bibliográfica. Assim, a pesquisa de campo foi realizada em dois hotéis de lazer (HL) que prestam serviços de lazer e recreação e que possuem uma equipe específica de “monitores” para esse fim. Nessa “etapa” foram utilizados instrumentos como entrevistas semi-estruturadas e observação participante, bem como estratégias de registro, como fotos e diário de campo. No que se refere à pesquisa documental, esta foi feita através de análise de documentos, fôlderes, “jornalzinho” e sites dos hotéis. Já a pesquisa bibliográfica foi realizada com base na bibliografia específica que trata dos temas lazer, hotelaria e turismo.

 

HOTÉIS: ORIGEM E SIGNIFICADOS

 

Com o intuito de nos situarmos frente as questões abordadas, faremos um breve “passeio” pela a origem e história da atividade turística e da hotelaria para identificarmos e compreendermos, alguns significados que as compõe.

Neste sentido, MELGAR (2001), acredita que tais atividades tiveram início, entre os séculos IV e II a.C. quando os imperadores e burgueses do Império Romano, se locomoviam até terras conquistadas na parte oriental do Império - atualmente Romênia-, com a finalidade de tomar banhos de águas termais, com propriedades reconhecidas para resolver problemas de saúde e para tratamentos de beleza. Na época, os serviços de alojamento e de alimentação eram oferecidos por cortesia dos administradores como uma oferenda ao Império e à sua cúpula. Porém, o interesse econômico terminou por sobrepor-se ao simples desejo de servir, e já naquele século, seja em caráter de “gorjetas”, seja como simples tarifas pelos serviços prestados, os gestores dos centros de águas termais do lugar, passaram a cobrar pelo serviço de alojamento e pelo atendimento das necessidades derivadas da permanência dos visitantes.

 

Reforçando e completando esta idéia, DELGADO (1999), citando JANEIRO (1997), afirma ser a hotelaria, uma das mais antigas atividades  humanas. Essa autora cita também DUARTE (1996), que diz que a sua função inicial era:

 

“...de alojar aqueles que, por estarem fora dos seus lares, necessitavam de um quarto, uma cama e um bom banho. Com a evolução da área, os novos empreendimentos hoteleiros procuravam atender todas as necessidades das pessoas em trânsito e a atrair a população da micro região para consumir seus produtos e serviços. (p.18)”.

 

No Brasil, historiadores registram, no início do século XVII, o aparecimento do primeiro hoteleiro de São Paulo (Marcos Lopes), seguido poucos anos mais tarde pela cigana Francisca Rodrigues, que montava a sua estalagem e, talvez, o primeiro restaurante da gastronômica cidade de São Paulo (MAMEDE, 2001).

 

Atualizando este conceito, DELGADO (1999) afirma que a função da hotelaria não é apenas a de alojar pessoas em trânsito. Os estabelecimentos hoteleiros, em especial os hotéis, além de alojar as pessoas em trânsito, possuem toda uma infra-estrutura para que esses indivíduos se dirijam para eles com o intuito de ali permanecer para gozar do seu tempo disponível para o lazer.

 

Em relação à classificação do hotel de lazer (HL) a Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo), o compreende como um meio de hospedagem que se destaca por seus aspectos arquitetônicos, sua engenharia, suas instalações, e seus equipamentos e serviços, todos direcionados não apenas para uma estada, mas para a recreação e para o entretenimento dos hóspedes. Considera, portanto, um meio de hospedagem que se destina, prioritariamente, ao turista que viaja a recreio, para diverti-se e descansar, (MAMEDE, 2001). Assim, os hotéis, uma vez considerados equipamentos específicos de lazer, necessitam de uma política de animação para que suas áreas não fiquem inutilizadas ou subtilizadas e para que o convívio entre as pessoas também aconteça.

 

É nesse contexto que se faz importante a figura dos profissionais de lazer, mais conhecidos como “monitores”, “recreadores”, “animadores” ou “tios”, que desenvolvem atividades no complexo hoteleiro, promovendo a “animação” do local, bem como a integração entre os hóspedes. Mas, afinal, como estes “tios” estão atuando?

 

OS PRIMEIROS PASSOS  E OBSTÁCULOS ....

                  

Para uma maior fundamentação e orientação deste estudo, realizamos uma revisão de literatura do tema lazer, hotelaria e turismo. No que se refere ao lazer, sabe-se que este é um tema incansavelmente abordado e discutido e que portanto, nos deliciamos e nos vimos “fartos” de informações, sendo estas, cuidadosamente analisadas, fichadas e comparadas.

       

Já os temas hotelaria e turismo, nos colocaram o primeiro desafio: encontrar estes dois tópicos relacionados diretamente com o lazer. Encontramos poucos trabalhos e estudos, sendo que estes falavam de forma restrita sobre a temática.

       

Outra dificuldade encontrada, se deu na fase de estabelecer contatos com os hotéis para a coleta de dados, prevista no cronograma. Inúmeros foram os contatos e raríssimas foram as aceitações. Percebemos que esta dificuldade estava, de certa forma, relacionada ao fato das empresas não estarem “dispostas” a mostrarem o trabalho desenvolvido. Mas em meio a tantos telefonemas, cartas e e-mails, acabamos por conseguir dois hotéis de lazer que concordaram colaborar com a presente pesquisa.

 

A coleta[5] teve a duração de 4 (quatro) a 5 (cinco) dias em cada hotel, havendo a observação participante e a realização de entrevistas semi-estruturadas, bem como a utilização de estratégias de registro como fotos e diário de campo.

Um fato interessante, foi o de que um dos hotéis só aceitou a minha presença caso estivesse fazendo parte da equipe de “monitores” durante aquela temporada[6]. Portanto, a coleta tornou-se singular devido ao fato de estar dedicando meu tempo não só a pesquisa, como também ao trabalho desenvolvido de manhã, à tarde e à noite. Mas um ponto positivo que nós conseguimos constatar, foi que eu estava ali, fazendo parte do contexto, participando, observando e compreendendo a atuação daqueles “monitores” não de fora, mas de dentro.

       

Já o outro hotel concordou em colaborar com a coleta de dados sem que eu fizesse parte da equipe de “monitores” ajudando-os no desenvolvimento das atividades. É importante ressaltar, que mesmo não fazendo parte da equipe, convivi o tempo todo com eles, participei de reuniões, discussões, desabafos, em fim, presenciei o funcionamento da equipe durante o trabalho e nos seus “bastidores”.

       

Enfim, nessas idas e vindas aos hotéis de lazer, vários pontos ligados à atuação do profissional do lazer foram detectados e registrados, e passaram por análises e discussões. Questões como participação, programação, conteúdos, concepções, organização e funcionamento foram os pontos mais relevantes e mais cuidadosamente observados e discutidos.

 

Sendo assim, os vários registros e contatos, as várias observações e avaliações realizadas, nos deram subsídios necessários para um parecer diante dos trabalhos de lazer e recreação que são desenvolvidos nos hotéis, no que se refere à atuação do profissional do lazer.  A seguir, conheceremos melhor sobre cada um destes estabelecimentos, que serão aqui conhecidos como Hotel - 1 e Hotel – 2.

 

HOTEL – 1

 

O referido hotel está localizado no centro da cidade de São Lourenço, Sul de Minas Gerais e classifica-se como hotel de lazer (HL), por possuir equipamentos específicos de lazer e toda uma estrutura voltada para a permanência e para o gozo do tempo disponível e não apenas para estadia. Caracteriza-se por possuir uma equipe de monitores para o desenvolvimento de atividades de lazer e recreação em seu espaço.

 

O referido hotel se encontra com 110 apartamentos e 19 suites, além de áreas destinadas ao lazer como: piscinas, sauna, toboágua, ginásio poli esportivo, salão de jogos, playgrounde e centro de convenções. Em relação à equipe de lazer, esta é formada por quatro monitores previamente contratados por uma empresa de lazer que “fornece” este tipo de trabalho para os hotéis da cidade e da região. A equipe é dividida de acordo com as atividades, ou seja, um monitor é responsável pelas atividades nas piscinas, outro, pelas atividades na quadra poli esportiva e outros dois na “salinha” de recreação destinada às crianças.

       

Se tratando da programação, esta é previamente montada pela empresa de lazer, contendo as atividades a serem desenvolvidas durante toda a temporada, havendo pequenas mudanças neste “pacote”[7], e não abarcando os seis interesses culturais do lazer[8]. Assim, as atividades, preconizando o conteúdo físico esportivo, são apenas repassadas para os hóspedes através dos monitores. Na verdade, percebe-se também, que a principal atração era o monitor que fantasiado e caracterizado, se transformava na atividade.

       

Enfim, pude verificar, tão quanto era restrito e pobre o trabalho de lazer e recreação desenvolvido neste estabelecimento, e tão quanto era descompromissada a atuação  dos monitores, de maneira que o lazer veiculado se resumia ao descanso e entretenimento dos hóspedes, fazendo destes meros objetos do seu lazer. É importante ressaltar que tais monitores se encontravam sem fundamentação teórica  suficiente, o que fazia destes, meros tarefistas cumpridores e realizadores de um pacote de lazer.

 

HOTEL – 2

 

Já este segundo hotel, diferencia do primeiro, tanto pela localidade e estrutura, quanto pelo desenvolvimento e funcionamento, do trabalho realizado pela a equipe responsável pelo lazer do espaço em questão.

       

Diante do exposto, pode-se classificá-lo como um hotel campestre, privilegiado de recursos naturais, localizado na estância hidromineral do município de Águas de Santa Bárbara no interior de São Paulo.

       

O referido estabelecimento conta com uma excelente estrutura e equipamentos de lazer, como: piscinas; quadras de tênis, volei de areia, poli esportiva; campo de futebol; salão de jogos; lagos para pesca; salão de convenções e academia.

 

Para melhor aproveitamento de tais equipamentos, o hotel desenvolve um projeto de animação, contando para isso, como uma equipe de lazer composta por monitores, denominados: animadores socioculturais que juntos formam uma equipe multidisciplinar.[9]

       

Em relação à referida equipe, esta se divide de acordo com a faixa etária, o que permite promover atividades de lazer para crianças, adolescentes e adultos. Tais atividades são previamente elaboradas pela equipe: monitore e coordenadora, contando, também, com as opiniões, interesses e necessidades dos hóspedes, sendo que essa programação se desenvolve abarcando os seis conteúdos culturais do lazer, se tornando algo extremamente rico em termos de conhecimentos e saberes a serem passados, trocados e construídos. É importante ressaltar que tal programação conta com a participação efetiva dos hóspedes, partindo do princípio que os mesmos se tornem sujeito e co-autores de suas vivências de lazer.

       

Verifica-se assim, um trabalho comprometido com o divertimento, descanso e desenvolvimento dos indivíduos inseridos neste programa, que é mediado e veiculado por uma equipe multidisciplinar ciente do papel de animadores sócio-culturais.

       

Vale ressaltar que o referido trabalho vem enraizado e fundamentado por um rico embasamento teórico e prático a respeito dos conhecimentos que envolvem o lazer.

       

CONSIDERAÇÕES FINAIS

       

Assim, pôde-se perceber que muito se faz e pouco se sabe sobre o lazer, que a prática alienada, sem fundamentação teórica e sem compromisso encontra-se presente nesse contexto e que o lazer acaba por ser um precioso instrumento nas mãos dos empresários. Percebemos também que nem tudo está perdido, que existem trabalhos sérios que vão de encontro às visões reducionistas que vêem o lazer apenas como mais uma mercadoria a ser consumida, trabalhos estes que valorizam o lazer na sua plenitude, fazendo do monitor um agente sócio-cultural criador e realizador de suas ações, bem como do hóspede, o sujeito co-autor das suas atividades de lazer.

       

Por fim, esta pesquisa nos forneceu referências necessárias para apresentarmos um parecer a respeito da atuação do profissional do lazer que desenvolve trabalhos em hotéis. Tal investigação não termina aqui. Entendemos que nosso trabalho é o primeiro de muitos, além de servir como estímulo à novas investigações e atuações no campo do lazer.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

 

DELGADO, Mônica. “Lazer nos hotéis: um novo campo de atuação dos animadores sócio- culturais” In: Revista Brasileira de Ciências do Esporte. Setembro de 1999.

DESLANDES, Suely Ferreira, CRUZ NETO, Otávio, GOMES, Romeu e MINAYO, Maria Cecília de Souza - Pesquisa Social: Teoria, Método e Criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.

DUMAZEDIER, Joffre. Lazer e Cultura Popular. São Paulo: Perspectiva, 1973.

__________. A Teoria da Sociológica da Decisão, tradução de Regina Maria Vieira- SESC, SP, 1980.

ISAYAMA, Élder Ferreira; STOPPA, Edmur Antônio. “Lazer, mercado de trabalho e atuação profissional.” In: Lazer e Mercado -  Coleção: Fazer/ Lazer – Campinas, SP: Papirus, 2001.

MAMEDE, Gladston. “Direito do Turismo: legislação específica aplicada”. São Paulo: Atlas, 2001.

MARCELINO, Nelson Carvalho. Lazer e Educação- 2a edição- Campinas, SP: Papirus, 1990.

__________. “O lazer, sua especificidade e seu caráter interdisciplinar” In: Lazer: Formação e Atuação profissional. Coleção: fazer/ lazer.- Campinas, SP: Papirus, 1995.

__________. Estudos do lazer: uma introdução. Coleção: educação física e esportes- Campinas, SP: Autores Associados, 1996.

MELGAR, Ernesto Guillenea. “Fundamentos de planejamento e marketing em turismo”. Coleção Turismo Contexto. São Paulo: 2001.

STOPPA, Edmur Antônio. Acampamentos de Férias. Coleção: fazer/ lazer- Campinas, SP: Papiros, 1999.

TRIGO, Luiz Gonzaga Godoy. “O turismo brasileiro no século 21” In: Revista Licere. V. 03, n. 7, 2000, p. 21-31.

 

 

 

 

Red Latinoamericana de Recreación y Tiempo Libre  |  Red Nacional de Recreación

Fundación Colombiana de Tiempo Libre y Recreación / FUNLIBRE

 



[1] Este trabalho retomará a discussão sobre o tema lazer em hotéis, iniciada no Seminário “O Lazer em Debate” (Belo Horizonte, 2002), referente a nossa publicação denominada: “Lazer em Hotéis: o que temos e o que queremos”.

[2] Acadêmica do Departamento de Educação Física – UFV. Membro do Grupo de Pesquisa Ensino, Corpo e Sociedade – Universidade Federal de Viçosa –MG. E-mail: carlaugusta@yahoo.com. R. José Cruz Reis 158/ 301 B. centro, Viçosa MG Cep: 36570000. Tel: (31) 38919154

[3] Professor Dr. do Departamento de Educação Física – UFV. Membro do Grupo de Pesquisa Ensino, Corpo e Sociedade – Universidade Federal de Viçosa – MG. e do Grupo de Pesquisa em Lazer - UNIMEP. E-mail: srsilva@ufv.br. Campus da UFV, Departamento de Educação Física, Viçosa MG. Cep. 36570000. Tel: (31) 38918264.

 

[4] Consideramos “profissionais do lazer”, sendo todo e qualquer indivíduo que desenvolve ou realiza trabalhos no âmbito do lazer, independente de sua formação ou inexistência da mesma. 

[5] A coleta de dados, realizadas nos hotéis, teve apenas a presença da primeira autora. Por isso, alguns comentários estão na primeira pessoa.

[6] Esta temporada em que me refiro, foi a Semana Santa deste ano de 2002.

[7] Referimos aos pacotes de lazer, como um conjunto de atividades previamente elaboradas, que é meramente repassada aos indivíduos, ignorando o desejo e necessidade dos mesmos.

[8] Segundo Marcellino (1990), os interesses culturais do lazer são divididos em: físico esportivo, que são as práticas esportivas, o passeio, a ginástica e todas as atividades onde o que prevalece é o movimento; manual onde se destaca a capacidade de manipulação, para transformar objetos ou lidar com a natureza; intelectual, onde se busca o contato com o real, com o racional; artístico, que é o imaginário, o sentimento; turístico, onde se tem a quebra da rotina e a busca do novo, do desconhecido, e o social, onde o que predomina é o relacionamento.

 

[9] Esta equipe conta com a colaboração e conhecimentos de diversas áreas profissionais como: educação física, turismo, artes cênicas, artes plásticas e pedagogia.