|
|
El
fenómeno lúdico en las prácticas deportivas: El papel del profesional en Educación Física que actúa como educador en el campo del ocio y la recreación. O FENÔMENO LÚDICO NAS PRÁTICAS ESPORTIVAS: O PAPEL DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA QUE ATUA COMO
EDUCADOR NO CAMPO DO LAZER Ágrio de Oliveira Chacon
Filho[1] Tereza Luiza de França Katia Brandão Cavalcanti 14 ENAREL. 13 a 16 de Noviembre de 2002. UNISC. Santa Cruz do Sul – RS. Brasil. |
|
RESUMO Las intensas búsquedas en el universo del
conocimiento, su socialización y conexiones han generado nuevos caminos y
estimulado significativos estudios en el campo de la formación profesional. En
estas, las cuestiones que orientan investigaciones acerca de la formación del
educador se han configurado como “la bola da vez” del juego[2]
socioeducativo-cultural, encontrando en la Educación, en la Educación Física y
en áreas afines un fértil terreno para las explicaciones necesarias en la construcción
de problemáticas centradas en la búsqueda del fluir de emociones, intenciones,
pensamientos, expectativas e inquietudes. Este estudio tiene por objetivo conducir
a la reflexión acerca del tratamiento del fenómeno lúdico en las prácticas deportivas
de ocio y recreación, teniendo a la corporeidad como mediadora para
contribuir con el proceso de transformación y cualificación del educador,
profesional de Educación Física, que actúa en el dominio del ocio y la
recreación. Así, presentamos a la luz de la literatura, indicadores que se
colocan como soporte para enfrentar este enorme desafió en el proceso de
formación de ese profesional, tomando la autoformación como eje orientador.
De esta forma, ayuda a percibir en el mundo contemporáneo el papel del
educador, que pasa a ser redefinido en la dirección del fluir lúdico, crítico
de su intervención. RESUMO As intensas buscas no
universo do conhecimento, sua socialização e conexões têm gerado novos
caminhos e estimulado significativos estudos no campo da formação profissional.
Neste, as questões que norteiam investigações acerca da formação do educador
têm se configurado como “a bola da vez”
no jogo[3]
socioeducativo-cultural, encontrando na Educação, na Educação Física e em
áreas afins um fértil terreno para os desdobramentos necessários à construção
de problemáticas centradas na busca do fluir de emoções, intenções,
pensamentos, expectativas e inquietações. Este estudo tem por objetivo trazer
reflexões acerca do trato do fenômeno lúdico em práticas esportivas de lazer,
tendo a corporeidade como mediadora para contribuir com o processo de
transformação e qualificação do educador, profissional de Educação Física,
que atuam no domínio do lazer. Assim, apresentamos à luz da literatura,
indicadores que se colocam como suporte para o enfretamento desse enorme
desafio ao processo de formação desse profissional, tomando a autoformação
como eixo norteador. Desta feita, colabora para se perceber no mundo
contemporâneo, o papel do educador, passa a ser redefinido na direção do
fluir lúdico, crítico de sua intervenção. Não errará jamais quem buscar o ideal de
beleza de um homem pela mesma via em que ele satisfaz seu impulso lúdico.
(Schiller, 1995, p: 84). Este estudo, de caráter
reflexivo, constitui-se de elemento norteador e referencial da dissertação de
mestrado que trata da autoformação do profissional de Educação Física e do
seu papel de educador para atuar no campo do lazer, em desenvolvimento no
Programa de Pós-Graduação em Educação da UFRN, tendo como objetivo:
investigar como o profissional de Educação física que atua em práticas
esportivas de lazer, elabora saberes no seu processo de autoformação, que
permitam o fluir da ludicidade. A partir desse objetivo principal, definimos
as seguintes questões de estudo: Que fatores determinantes na autoformação do
educador, o influenciaram a buscar uma prática esportiva que permite o fluir
da ludicidade? Como ocorre o processo de construção de saberes que o
profissional de Educação Física mobiliza para atuar como educador, que cria
condições para o fluir do lúdico em práticas esportivas? Com isso,
pretendemos repensar a prática de educadores, em particular, de profissionais
de Educação Física, no mundo do esporte vivido permeado pela complexidade de
valores socioculturais. Constata-se em diferentes
áreas, a preocupação de que na produção atual do conhecimento, as pesquisas[4]
além da identificação das dificuldades encontradas na formação, busca-se
apontar possíveis avanços para o desenvolvimento de ações mais concretas e
transformadoras, objetivando, sobretudo, suscitar o debate da
profissionalização do professor, especialmente, a partir das discussões
instaladas, como podemos perceber nas últimas décadas. Para isso, concorrem novas
concepções sobre a Educação, as revisões e atualizações nas teorias de
desenvolvimento e da aprendizagem, o impacto da tecnologia, da informação e
das comunicações sobre os processos de ensino, metodologias e técnicas[5]. Tudo isso delineia um cenário formativo com exigências
cujo atendimento, de modo geral, os educadores não foram, nem estão sendo
preparados. Tais exigências se colocam
pela necessidade de que o educador, em sua ação, precisa adquirir e
sistematizar saberes[6]
que possam orientar e mediar sua intervenção, assumindo a responsabilidade
junto às instâncias cabíveis, pelo sucesso dessa prática educativa. Isto
impõe dominar saberes para lidar com as diversidades sociais existentes e
incentivar atividades de enriquecimento na formação. Para tanto, cabe-lhe a
competência de elaborar e executar projetos e pesquisas para tratar o
conhecimento, utilizando novas metodologias e estratégias, sendo capaz de
desenvolver sua prática com atitude de colaboração trabalhando em equipe. Ora, este educador para
assumir tal postura profissional, além das mudanças necessárias aos cursos de
formação, a melhoria de sua qualificação, vai depender, também, de um
conjunto de fatores que interferem diretamente no processo de formação e
intervenção desse profissional. Como alerta Nóvoa (1995, p. 95), é necessário
repensar este processo sintonizando o contexto real e, principalmente: Sem esquecer a influência
decisiva de outros fatores (escolarização, organização social da escola,
recursos materiais, configuração, currículo, etc.) determinantes da política
educativa de cada país, desde há alguns anos, e cada dia com maior intensidade,
as atenções estão viradas para o professor, enquanto profissional responsável
pela natureza e qualidade do cotidiano educativo na sala de aula e na escola.
A formação destes profissionais é o eixo da atual controvérsia. Esta
responsabilidade atribuída pelo autor à formação de profissionais de
educação, é amplamente reconhecida, estando presente nas discussões e estudos
publicados por diferentes áreas em eventos científicos de reconhecimento
internacional[7]. Tais
estudos apontam as deficiências e as lacunas existentes e afirmam que sem a
compreensão das inter-relações entre formação do educador e as possibilidades
reais de reconstrução da prática, não será possível avançar na
reconceptualização do processo formativo e sua dinâmica. Assim, no campo
da formação do educador, ainda, no que se refere às inconsistências entre o
que a teoria prevê que aconteça e os resultados que são apontados através de
pesquisas e observações das práticas no cotidiano desses profissionais, tanto
no Brasil, em relação às condições objetivas para consolidar estes pilares
formativos, como também no cenário mundial[8],
essa situação constatada, aponta para a desvalorização que tem o educador em
nosso meio social, vista como mais uma das conseqüências de nossa herança
cultural. Considerando as
exigências atuais situadas no contexto sociopolítico-educacional, acima
descrito, tanto no âmbito nacional e mais precisamente no contexto da
realidade dos Cursos de Formação em Educação Física, torna-se necessário
aprofundar estudos para ampliar as possibilidades de ação no sentido de
materializar um processo de reconceptualização formativo numa perspectiva de
qualidade[9]. Tomando por
referência fontes básicas tais como: os critérios de exigências para a
intervenção desses profissionais em diferentes campos de atuação, a escola, o
clube, a academia, industrias, políticas públicas, associações e sindicatos,
dentre outros; as diretrizes estabelecidas para os Cursos de Graduação em Educação Física, pela Comissão de
Especialistas do Ensino Superior da SESu[10];
as produções, à luz das teorias
críticas, sobre formação profissional da área da Educação Física e nas áreas
afins, entendemos que para tratar sobre autoformação do profissional na
Educação Física, que atua como educador no campo do lazer, impõe adotar um
referencial teórico-metodológico pertinente, ou seja, que possa indicar
elementos para explicitar de onde se fala, para e com quem se fala. Só assim,
será possível reverter o quadro que hoje se traduz no universo da área. O que
dependeria de investimentos e vontade política de toda a sociedade,
reconhecendo a Educação Física como uma das áreas de prioridade para formação
do cidadão, como algo efetivamente imprescindível para a construção de
caminhos na direção desse desenvolvimento e dessa transformação, cabe ao
profissional cumprir seu papel social com competência técnica e compromisso
político. Assim, exige-se
deste educador uma reflexão crítica, radical e de conjunto[11],
ou seja, um real aproveitamento da aplicação de estratégias para incorporar capacidade
de criatividade suficiente e promover suas ações de trabalho de forma ágil e
proveitosa, buscando sempre sintonia com o mundo real. Isto implica possuir
habilidade para reconhecer de imediato o andamento de sua prática, conhecendo
todos os tipos possíveis de estratégias para escolher aquela que melhor se
adapta a forma de conduzir sua prática. Ou seja, construir conhecimento
levando em conta que uma investigação se processa pelas descobertas como
resultado da ação dialética de olhar
para ver; ver para sentir; sentir para perceber; perceber para criar.
(França, 2002, p. 15). Ancorado nos
estudos de Schiller (1995), desenvolvemos esta reflexão
como um processo investigativo sobre a presença do fenômeno lúdico no
esporte, entendendo e questionando práticas esportivas como fundamentalmente
uma atividade do homem completo que deve ser vivido numa dimensão lúdica e,
assim compreendê-lo como uma manifestação cultural que pode provocar emoções,
sensações e descobertas de experiências de fluxo[12],
na medida em que se possa compreender que o homem que joga de forma plena, fazendo-se plenamente homem.[13] A partir desse
entendimento mais amplo sobre o jogo, os seguintes pressupostos foram
fundamentais para a estruturação deste estudo reflexivo: O ser lúdico, o
ser que joga, é igualmente um ser pleno, um ser belo. O esporte estimulado pela
descoberta do fluxo configura-se como experiência lúdica. Perspectivamos diferentes
toques, amplos arremessos e criativos dribles em busca de saltos qualitativos
no trato com o esporte de natureza lúdica, tendo como referência à descoberta
do fluxo[14] em três
dimensões: o fluxo da libertinagem, o fluxo da metamorfose, o fluxo do
barroco - ou seja: o elemento lúdico da expressão do ato de jogar o esporte e
o olhar lúdico expresso pelo pesquisador no momento de olhar o jogo presente
nesse contexto, fazendo fluir o problema norteador desse estudo. Num esforço acadêmico para
pensar o esporte à luz da problemática acima delimitado, em todas as suas
dimensões culturais e no complexo pensamento de reconceituação do trato desse
esporte enquanto expressão do impulso lúdico[15]
em que o homem contempla o mundo e as belezas que afloram em seus horizontes,
sendo, portanto, um homem estético e capaz de refletir sobre o mundo e não
apenas estar nele como um simples captador de sensações físicas. O homem
quando contempla ou quando reflete, está aflorando em si mesmo a sua primeira
relação de liberdade com o mundo que o cerca. Repensar a prática de
profissionais no mundo do esporte vivido com valores lúdico, é compreender
esse processo como uma atividade que produz fluxo e exige um investimento
inicial de atenção no sentido de torná-lo agradável (Csikszentmihalyi, 1999). Compreendemos
que as práticas esportivas assumem um papel de grande importância na sociedade.
Nesta, o esporte passa a ser responsável pelas possibilidades de vivências
lúdicas, tendo o profissional de Educação Física que atua como educador no
campo do lazer, uma importância fundamental na condução do esporte como
agente propulsor de energias comunicativas que favoreçam o desenvolvimento
integral do ser humano. Trabalhar nessa
perspectiva é reconhecer que estamos enfrentando desafios que exigem mudanças
de mentalidade e de paradigma que vão de encontro com a ordem estabelecida,
em que a formação profissional é enfatizada, devido aos interesses da
política nacional[16],
em ressaltar apenas o valor competitivo do esporte, o qual tem um forte
caráter excludente, inclusive tomando parte fundamental no processo de
desumanização do homem pelo seu poder tecnicista[17].
Estudos
publicados na área da Educação, Filosofia, Sociologia e Educação Física[18],
dentre outros, a partir do início da década de 80, apontam significativos
elementos para se pensar, em práticas no campo da Educação Física: “os
valores e as possibilidades de vivenciar o lúdico, com o propósito da
aquisição de responsabilidades, de novas aprendizagens sociais e de outros aspectos sociabilizantes”
(França, 2000, p. 13). Assim, o lúdico
como uma inclinação vital para perceber e sentir o belo, não poderia ficar
ausente, de práticas esportivas. Por tudo isso, este estudo lança mão da
produção sobre o fenômeno da ludicidade, entendo que: No ‘impulso
lúdico’, razão e sensibilidade atuam juntas e não se pode mais falar da
tirania de uma sobre a outra. Através do belo, o homem é como que recriado em
todas as suas potencialidades e recupera sua liberdade tanto em face das
determinações do sentido quanto em face das determinações da razão. Pode-se
afirmar, então, que essa ‘disposição lúdica’ suscitada pelo belo é um estado
de liberdade para o homem (Schiller, 1995, p. 16-7). Continuando com
essa discussão dialética do lúdico no contexto do educador e da prática
esportiva, entendemos que o ato de jogar e viver esta prática explorando essa
energia resgatando o mundo lúdico em que as dimensões do sonho, da magia, da
sensibilidade, da criatividade, da imaginação, abrem novos caminhos para o
ser em plenitude. A alegria de
viver a cultura esportiva sem desconsiderar o contexto em que a vive, faz perceber os elos entre o que vejo, o
que penso o viver e os acontecimentos que atravessam o mundo. E assim,
apreendo mais dados e os apreendo com mais acuidade que participo mais, é
assim que posso esperar compreender meu lugar, encontrar e tomar o meu lugar.
(Barbosa, 2001, p. 15). É assim que
percebemos o valor do lúdico, inserido no contexto de práticas do esporte, o
que, também, implica na presença do prazer e da alegria, além de estar
intimamente ligado ao sentimento de liberdade. Nesse sentido,
percebemos que o lúdico incluído nas práticas esportivas encontra a
capacidade criadora do homem e provoca as formas de se manifestar na vida.
Assim, o lúdico cria, supõe-se a instauração do conflito, residindo aí, seu
poder revolucionário e transformador. Portando, compreendemos que
o ser humano se desenvolve e se transforma pelo impulso lúdico e adota uma
nova postura existencial, que afirma sua corporeidade com dimensões criativas
que expressam o ser pleno. Nisso, o homem deixa de existir simplesmente para
se (re)criar no devir, alcançando a
sua liberdade e autonomia de ser. REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS
ASSMANN, H. Paradigmas
educacionais e corporeidade. Piracicaba, SP: UNIMEP, 1995. _____. Reencantar a
educação: rumo à sociedade aprendente. Petrópolis, RJ: Vozes, 1998. CAGIGAL, J. M. Oh deporte!
Anatomia de un gigante. Valladolid: Miñon, 1981. CAPRA, F. O ponto de
mutação. A ciência, a sociedade e a cultura emergente. São Paulo: Cultrix,
1989. CASTELLANI, L. F. Política
educacional e educação física. Campinas, SP: Autores Associados, 1991. CAVALCANTI, K. B. Tempo
livre, lazer e luta ideológica. Reflexão, n. 35, p. 24-32, 1986. _____. Esporte para todos:
um discurso ideológico. São Paulo, SP. Ibrasa, 1984. _____. Para a unificação da
ciência da motricidade humana. Natal: EDUFRN, 2001. CSIKSZENTMIHALYI, M. A
descoberta do fluxo: a psicologia do envolvimento com a vida cotidiana.
Tradução: Pedro Ribeiro, Rio de Janeiro: Rocco, 1999. DAOLIO, J. Da cultura do
corpo.Campinas: Papirus, 1995. DE MASI, D. O ócio criativo.
São Paulo: Ed. Sextante, 2000. DEMO, P. Pesquisa:
princípios científicos e educativos, São Paulo: Cortez, 1997. DUMAZEDIER, J.
Questionamento teórico do lazer. Porto Alegre: Emma/PUC, 1976. FRANÇA, T. F. Lazer como
prática revolucionária: ênfase no elemento lúdico. In: Anais. II Encontro
Nacional de Educação Ambiental no Ensino Formal - I Fórum Infantil de
Educação e Meio Ambiente. Instituto de Ecologia Humana em Pernambuco,
Outubro/2000. FRANÇA, T. L. Educação para
e pelo Lazer. In: MARCELINO, N. C. (Org.). Lúdico, educação e educação física. Ijuí: Ed. UniJUí, 1999. (Coleção
Educação Física). FREIRE, P. Pedagogia da
autonomia – saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra,
2000. HUIZINGA, J. Homo ludens: o
jogo como elemento de cultura. São Paulo: Perspectiva, 1999. MAFFESOLI, M. Elogio da
razão sensível. Petrópolis: Vozes, 1998. MARCELLINO, N.C. Estudos do
lazer uma introdução, Campina, SP: Autores Associados, 1996. MONTEIRO, A. M. F. C.
Professores: entre saberes e práticas. Educação & Sociedade nº 74. São
Paulo, CEDES, 2001. MORIN, E. Complexidade e
transdisciplinaridade: a reforma da universidade e do ensino fundamental.
Tradução de Edgar de Carvalho, Natal: EDUFRN – Editora da UFRN, 1999. MORIN, E. Os sete saberes
necessários à Educação do Futuro. São Paulo: Cortez, 2000. NÓVOA, A. (Org.) Os
professores e sua formação. Lisboa: Dom Quixote, 1995. NÓVOA, A. (Org.) Vidas de
professores. 2ª ed. Lisboa: Porto Editora, 2000. NUNES, C. M. F. Saberes
docentes e formação de professores: um breve panorama da pesquisa brasileira.
Educação & Sociedade nº 74, São Paulo, CEDES, 2001. PIRES, E. F. Corporeidade e
sensibilidade: o jogo da beleza na Educação Física Escolar. Natal: EDUFRN,
2000. SAVIANI, D. Educação: do
senso comum à consciência filosófica. 8.ed. São Paulo: Cortez, 1986. SCHILLER, F. A educação
estética do homem numa série de cartas.
São Paulo: Iluminuras, 1995. |
|
|
| Red Latinoamericana de Recreación
y Tiempo Libre | Red Nacional de Recreación |
|
|
Fundación Colombiana de Tiempo Libre y
Recreación / FUNLIBRE |
|
[1] Rua Prof. João Machado, nº 2794, Bairro: Cidade Jardim – CEP:
59.078-340. Natal-RN Tel: (84) 231 4583. Email:
agriochacon@zipmail.com.br Mdo -DEF-BACOR-UFRN Tereza Luiza de França -
Dda-NIEL-UFPE-BACOR-UFRN Katia Brandão Cavalcanti - Drª.-DEF-BACOR-PPGEd-UFRN
[2] Aqui o termo jogo tem um entendimento conforme
escreve Johan Huizinga (1999), em Homo Ludens, ao tratar sobre natureza e
significado do jogo como fenômeno cultural. Para este autor, “se verificarmos
que o jogo se baseia na manipulação de certas imagens, numa certa ‘imaginação’
da realidade (ou seja, a transformação desta em imagens), nossa preocupação
fundamental será, então, captar o valor e o significado dessas imagens e dessa
‘imaginação’.”Observaremos a ação destas no próprio jogo, procurando assim compreendê-lo
como fator cultural da vida.
[3] Aqui o termo jogo tem um entendimento conforme
escreve Johan Huizinga (1999), em Homo Ludens, ao tratar sobre natureza e
significado do jogo como fenômeno cultural. Para este autor, “se verificarmos
que o jogo se baseia na manipulação de certas imagens, numa certa ‘imaginação’
da realidade (ou seja, a transformação desta em imagens), nossa preocupação
fundamental será, então, captar o valor e o significado dessas imagens e dessa
‘imaginação’.”Observaremos a ação destas no próprio jogo, procurando assim
compreendê-lo como fator cultural da vida.
[4] Neste domínio destacam-se os estudos de Ramalho (1993); Ludke e
Mediano (1993); Nóvoa (1992); Tardif (1996); Ramalho e Carvalho (1994, 1997).
[5] Proposta de Diretrizes para a Formação Inicial de Professores da Educação em Cursos de Nível Superior. Ministério da Educação, Maio/2000.
[6] A respeito desta reflexão, tomamos os estudos de Morin (2000, p. 13), quando escreve sobre Os sete saberes à educação do futuro. Neste estudo, destacamos a afirmação de que “...saberes ‘fundamentais’ que a educação do futuro deveria tratar em toda sociedade e em toda cultura, sem exclusividade nem rejeição, segundo modelos e regras próprias a cada sociedade e a cada cultura”.
[7] A respeito destes eventos científicos destacamos o ENDIPE, EPEEN e o Congresso da ANFOPE.
[8] Sobre o assunto consultar Demo, P. “Formação permanente de formadores - educar pela pesquisa”. In: Menezes, L. C. (1996).
[9] A formação de qualidade deve garantir possibilidades de ações interativas/comunicativas, onde sejam exigidas as competências linguística/discursiva, argumentativa, persuasiva e decisória - competências básicas para o exercício profissional enquanto consistente processo de construção do conhecimento na perspectiva de análise, compreensão, interpretação e explicação dos fenômenos socioeducativos presentes na intervenção pedagógica, ou seja, das implicações e explicações do cotidiano nos diferentes campos de trabalho.
[10] Secretaria de Ensino Superior – MEC.
[11] Reflexão crítica assume no presente trabalho a dimensão a ela atribuída segundo as teses de Marx sobre Ludwig Feuerbach. Ver a respeito Marx & Engels. A Ideologia Alemã (Feuerbach). 6ª Ed. São Paulo, Hucitec, 1987.
[12] Como escreve Csikszentmihalyi (1999, p. 37), “o
fluxo tende a ocorrer quando as habilidades de uma pessoa estão totalmente
envolvidas em superar um desafio que está no limiar de sua capacidade de
controle. Experiências ótimas geralmente envolvem um fino equilíbrio entre a
capacidade do indivíduo de agir e as oportunidades disponíveis para a ação”.
[13] Homem em sentido pleno – homem lúdico – não
busca apenas retirar-se à “clausura” de sua moralidade, mas empenhar-se
exatamente em dar vida às coisas que o cercam, em “libertar” os objetos que
habitam sua sensibilidade, tornando possível um cultivo cada vez maior desta. O
homem assim destinado a aperfeiçoar a realidade – seja ele o gênio que cria
obras de arte ou o indivíduo de gosto que contemple o belo – é chamado por
Schiller (1995) de nobre “Onde quer que o encontremos, este tratamento
espirituoso e esteticamente livre da realidade comum é o sinal de uma alma
nobre”.
[14] Como escreve Csikszentmihalyi (1999, p. 37), “o
fluxo tende a ocorrer quando as habilidades de uma pessoa estão totalmente
envolvidas em superar um desafio que está no limiar de sua capacidade de
controle. Experiências ótimas geralmente envolvem um fino equilíbrio entre a
capacidade do indivíduo de agir e as oportunidades disponíveis para a ação”.
[15] O objeto do impulso sensível, expresso num conceito
geral, chama -se vida em seu
significado mais amplo; um conceito que significa todo o ser material e toda a
presença imediata nos sentidos. O objeto do impulso formal, expresso num
conceito geral, é a forma, tanto em
significado próprio como figurado; um conceito que compreende todas as
disposições formais dos objetos e todas as suas relações com as faculdades de
pensamento. O objeto do impulso lúdico, representado num esquema geral, poderá
ser chamado de forma viva, um conceito que serve para designar
todas as qualidades estéticas dos fenômenos, tudo o que em resumo entendemos no
sentido mais amplo por beleza.
[16] O Professor Lino Castellani (1991), ao abordar
sobre as influências sofridas e determinadas pelas concepções de corpo ao longo
da história dos homens, expressa muito bem os interesses, os quais o esporte
passa a assegurar.
[17] O estudioso Paulo Freire (2000, p. 35), afirma
que esta tendência é inspirada nos princípios de racionalidade, eficiência e
produtividade e busca tornar o trabalho educativo objetivo e operacional,
buscando planejar a prática do educador dotando-a de uma organização racional
capaz de minimizar as interferências subjetivas que pudessem pôr em risco sua
eficiência, padronizando o sistema de ensino a partir de esquemas de planejamento
previamente formulados devendo ajustar-se aos determinantes
político-educacionais. Desta forma, contribui para agravar as dificuldades
ampliando o problema da marginalidade a partir do nível de fragmentação, de
descontinuidade, de heterogeneidade, gerando altos índices de evasão e
repetência.
[18]
Nestas áreas, aqui destacamos: Schiller (1995); França (1996); Cavalcanti
(1994); Pires (1999); Marcellino (1999); De Masi (2000);