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El papel del animador sociocultural en hoteles de ocio y recreación. O PAPEL DO ANIMADOR SÓCIO-CULTURAL EM
HOTÉIS DE LAZER Evandro Antonio Corrêa[1] 14 ENAREL. 13 a 16 de Noviembre de 2002. UNISC. Santa Cruz do Sul – RS. Brasil. |
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RESUMEN El presente
trabajo se propone relacionar la información entre la teoría y la visión práctica
de los administradores y propietarios con respecto a la función del animador
sociocultural en los hoteles de ocio y recreación, para entender mejor la
posición de este profesional en un mercado de ocio y recreación en franca
expansión. Se buscó la teoría a través del levantamiento y análisis de la bibliografía
existente sobre el tema. Una investigación de campo entre julio y septiembre de
2001 suministró datos respecto al asunto a través de entrevistas con
administradores y propietarios de hoteles de ocio y recreación. La investigación
reveló que, en relación a la teoría, no hay estudios específicos que enfoquen
al animador sociocultural en hoteles de ocio y recreación. Las entrevistas
revelaron algunos pontos en común con la teoría, tales como las
características personales del animador sociocultural y la preferencia por un
profesional con formación superior. Se desarrolla un trabajo en equipos
interdisciplinarios, donde además de la formación en educación física, se
aceptan también graduados en turismo y hotelería, pedagogía y artes plásticas
y escénicas. Por otro lado, la investigación reveló también la poca preparación
aún existente en el área de algunos administradores, propietarios y de los propios
profesionales. RESUMO O presente trabalho propõe relacionar as informações entre a teoria e
a visão prática dos administradores e proprietários em relação à função ao animador sócio-cultural nos hotéis de
lazer, para melhor entender a posição desse profissional num mercado de lazer
em franca expansão. Buscou-se a teoria através de um levantamento e a análise
da bibliografia existente sobre o assunto. Uma pesquisa de campo entre julho
e setembro de 2001 forneceu dados a
respeito do assunto através de entrevistas com administradores e
proprietários de hotéis de lazer . A pesquisa revelou que, em relação à
teoria, não há estudo específico que enfoca o animador sócio-cultural em
hotéis de lazer. As entrevistas revelaram alguns pontos em comum com a
teoria, tais como as características pessoais do animador sócio-cultural e a
preferência por um profissional com formação superior. Desenvolvendo-se um
trabalho em equipes interdisciplinares, além da formação em educação física,
aceitam-se também graduados em turismo e hotelaria, pedagogia e artes
plásticas e cênicas. Por outro lado, a pesquisa revelou também o despreparo
ainda existente na área de alguns administradores, proprietários e dos
próprios profissionais. INTRODUÇÃO Atualmente
encontra-se um vasto campo do lazer, não pretendemos analisar a complexidade
do lazer , mas temos que entender o lazer, não “sob uma ótica disciplinar,
mas sim como multidisciplinar”, onde vários campos têm a contribuir para a
compreensão e atuação no lazer, com uma equipe multidisciplinar atuando em
conjunto, com uma proposta interdisciplinar teria melhores condições de
realizar um trabalho efetivo, não queremos aqui prescindir o especialista mas
prepara-lo de uma forma diferente e ciente dos riscos de sua atuação (MELO;
FONSECA, 1997, p.653), ainda nos diz Marcellino
(apud MELO; FONSECA, 1997, p. 653) [...] Não o
“especialista tradicional”- superficial e unidimensional, mas o que domine a
sua especialidade dentro de uma visão de totalidade. E para completar a visão
de totalidade são exigidos, pelo menos, dois requisitos: uma sólida cultura
geral [...] e o exercício constante da reflexão. No lazer a área
da animação sócio-cultural tem aumentado muito nos últimos anos e, no mercado
capitalista vem exigir “profissionais bem preparados e bem formados e sobre
tudo bem informados por sua dinâmica própria e pelas transformações sociais,
políticas e econômicas” (PINA, 1997, p.183), surgindo o interesse e a
necessidade de se verificar o papel desse e especificamente os que
desenvolvem seu trabalho nos hotéis de lazer, tentaremos identificar qual o
papel deste profissional, relacionando com a posição dos administradores e
proprietários de hotéis de lazer, tendo a necessidade de analisa-lo quanto à
sua atuação, formação e a realidade atual desses profissionais no mercado de
trabalho a fim de promover novos conhecimentos para a área do lazer. JUSTIFICATIVA Durante o tempo
de trabalho na área do lazer, especificamente no turismo em hotéis de lazer
com animação sócio-cultural, em contato direto com a prática e os
companheiros de trabalho (animadores sócio-culturais), administradores e
proprietários de hotéis de lazer, ouve-se falar muito sobre a função, ou
melhor, do profissional. Daí surgiu o
interesse em analisar e estudar a concepção de lazer nos hotéis que oferecem
este tipo de serviço, elaborando um levantamento sobre o papel dos animadores
sócio-culturais, para relacionar então com a posição detectada entres os
administradores e proprietários de hotéis de lazer. Realizado um
breve levantamento bibliográfico verificou-se que a produção de informações
no campo de animação sócio-cultural em hotéis de lazer é pequena. Propõe-se,
portanto a realização de entrevistas com administradores e proprietários de
hotéis de lazer, elaborando uma síntese e análise sobre o assunto discutido. Este trabalho
para os profissionais vem contribuir para o seu desenvolvimento, fornecendo
um novo material e, questionamentos novos surgirão, podendo ser pesquisados e
aprofundados, para que a área possa evoluir e crescer dia a dia, sendo necessário para a formação dos novos
profissionais, ou seja, dos novos animadores sócio-cultuais e pesquisadores
do futuro. O ANIMADOR SÓCIO-CULTURAL Busca-se ao
longo dos tempos uma compreensão do lazer, dos profissionais que atuam com o
lazer. Essa concepção de lazer é polêmica, tanto no senso comum quanto no
debate realizado sobre esse tema nos
meios acadêmicos. Hoje é quase que
inevitável dizer que o campo do lazer é altamente rentável, com a
globalização a terceirização de serviços esta cada vez mais presente na
sociedade. “Devido às estratégias do marketing de mercado, são criadas
necessidades de consumo e impostos novos padrões de vida, os quais atingem
profundamente as dimensões do trabalho e do lazer em nossa sociedade”
(WERNECK, 1998). Diante das novas
condições e necessidades de uma
sociedade, “não podemos negar que a demanda pela formação profissional no
lazer sofre influências dessa situação” muitos desses profissionais são
atraídos pelas possibilidades lucrativas que essa área pode proporcionar. Por
outro lado “muitas das vezes é ignorada a importância do lazer enquanto um
passo fundamental para a busca de qualidade na vida dos sujeitos e de alternativas
para o enfrentamento dos limites sócio-culturais históricos de nossa
realidade” (WERNECK, 1998). O animador
sócio-cultural com o passar dos anos ganhou um papel importante dentro do
lazer, mas para que se confirmem sua consolidação, valorização, identidade e
outros fatores já analisados neste capítulo, é necessário que haja uma
formação adequada que esteja atenta às necessidades e exigências do mercado,
formando profissionais capazes de questionarem a realidade, com uma visão
crítica e criativa, desenvolvendo um trabalho interdisciplinar, para que
possa assim assumir uma certa responsabilidade nas práticas pedagógicas
construídas coletivamente. Este
profissional encontra-se situado “em varias instâncias: organizando
atividades para as pessoas [...], liderando grupos e comunidades; iniciando
pessoas em varias modalidades artísticas e esportivas [...]” viabilizando e
administrando recursos “para que grupos ou coletividades possam usufruir de
atividades de lazer”. Ainda o encontramos nos equipamentos de lazer, sendo
considerados por Corônio e Muret (apud PINA, 1995, p. 124) como “a alma do
equipamento de lazer”. Muitas
dificuldades são encontradas na área de atuação desse profissional,
principalmente nesse setor econômico do lazer e entretenimento, tão inovador
e que não pode parar de inovar, trouxe a luz à importância de um profissional
até então raro no mercado. No entanto, dois fatores associados emperram no
momento o seu crescimento: a falta de
identidade e a falta de formação profissional. Deve-se ficar
atento a formação de meros feitores de atividades, formando “robôs”,
entendidos como meros executores de atividades, do outro lado estão os
“idealistas” quem organiza, coordena, elabora as atividades, segundo Saviani
(apud WERNECK 1998, p. 54) “isso é, próprio da racionalidade capitalista que,
em nome da eficiência na execução das tarefas e de maior racionalização do
trabalho, fragmenta o seu processo, separando de um lado os que sabem,
planejam e decidem, e de outro os que fazem, executam”. Esta formação é
ampla, aprende-se no dia a dia, no cotidiano, na prática e na teoria. É
preciso que se formem profissionais capazes de questionarem a realidade, ter
uma visão critica, criativa e significativa, com o direito de falar, de auto
determinação e de autonomia que possam ser vivenciadas, com muita
responsabilidade, profissionais estes que estejam na linha de frente de um
trabalho interdisciplinar (citado por vários autores), tenham a capacidade de
transformação, de serem atores sociais com sensibilidade de perceber os
limites de cada um e de uma sociedade, de uma cultura, poder enxergar os
horizontes, lidar com as incertezas e os conflitos, e correr riscos. Os profissionais
“são obrigados a traduzir a cultura elaborada em atividades capazes de atrair
de mobilizar o público” (papel fundamental para o animador nos hotéis de
lazer), “seja sob forma de programações fixas, regulares, seja de eventos,
sem outro recurso que não seja a sua capacidade de sintonizar com o gosto do
público” (CAMARGO, 1997, p. 683). Stoppa (2000)
diz que “as características procuradas pelos locais nos candidatos animadores
culturais” estão relacionadas à aceitação da filosofia de trabalho do local,
“a questão da estética pessoal do candidato” (em alguns locais este fator
pode ser definidor entre a escolha de um animador), “além da pessoa ou gostar
de criança, ou ser extrovertida, causando, muitas vezes, uma grande confusão
onde o bom profissional é associado à pessoa mais ‘palhaça’, engraçada, que
procura em tudo em fazer ‘graça’ e a todos fazer cair na gargalhada”.
Finalizando “o que prevalece, portanto, é um profissional com um estereótipo
voltado para uma pessoa bem apessoada, alegre e que gosta de criança, e de
acordo com o trabalho desenvolvido”. Suas funções são
das mais diversificadas possíveis na área do lazer, assumindo o seu papel
como: organização, planejamento, administração, animação, programação,
desenvolver atividades físicas esportivas, sócio-culturais, recreativas,
trabalhando em vários setores do mercado. Nos hotéis considerados
de lazer esses profissionais, ao mesmo tempo em que, são “importantes”
assumindo todas as características citadas acima, são desvalorizados por se
considerar trabalho fácil e outros fatores. O seu papel nestes hotéis, é de,
promover o lazer às pessoas fazendo com que durante sua estadia seja das
melhores possíveis oferecendo um trabalho de qualidade. Nesse mercado
que apresenta indícios favoráveis de crescimento, e que oferece
inclusive possibilidades lucrativas
para empreendimentos e de trabalho para profissionais empenhados, a
responsabilidade social deve ser levada em consideração, sendo o lazer um
fator importante para a melhora da qualidade de vida das pessoas, seja qual
for sua área de atuação. A formação e
atuação do animador sócio-cultural devem estar em sintonia com o mercado de
trabalho. Caso estes itens não estejam em harmonia esse mesmo profissional
terá maiores dificuldades para desenvolver um trabalho de qualidade,
colocando em risco as condições de uma vida melhor oferecida pelo lazer. Cabe aqui estudar e analisar o animador
sócio-cultural segundo a bibliografia e a sua prática (de acordo com os
proprietários e administradores de hotéis de lazer), para entender um pouco
melhor este profissional em uma pequena “fatia” desse mercado exigente e
capitalista. SÍNTESES DAS
ENTREVISTAS COM OS ADMINISTRADORES E PROPRIETÁRIOS DE HOTÉIS DE LAZER Na pesquisa
realizada procurou-se detectar o papel do animador sócio-cultural, na sua
prática em seu campo de atuação, com quem os contrata, ou melhor, com os
administradores e proprietários de hotéis de lazer. Nos hotéis de
lazer nos quais a pesquisa foi aplicada, os seus respectivos administradores
e proprietários mostram em alguns momentos que não tem conhecimentos sobre o
lazer e especificamente sobre o animador sócio-cultural. Para grande
maioria o animador sócio-cultural é um mero “feitor” de atividades, com a
tarefa de fazer com que as pessoas dêem risadas ou se alegrem. Um certo grau de
despreparo dos administradores e proprietários, encontrados nos hotéis
pesquisados, mostra que esta é uma grande dificuldade que os animadores
encontram no seu dia a dia. Não se deve todavia generalizar essa observação,
pois encontramos muitas pessoas capazes e preparadas para a área do lazer. Observa-se ainda
pelas informações da pesquisa que os animadores sócio-culturais são
requisitados nos hotéis de lazer quase como uma exigência dos clientes
(hospedes); o seu papel no primeiro momento é o de entrosar o pessoal,
promover a integração entre os clientes os quais sem a imediação dos
animadores não o fazem, isso até acontece entre um e outro cliente, devem
elaborar uma programação de atividades das quais haja uma maior participação
dos clientes respeitando os conteúdos do lazer. A formação do
animador é necessária segundo os administradores e proprietários dos hotéis
de lazer, dando-se destaque a Educação Física e em seguida a uma
multidisciplinaridade., a formação universitária se torna um fundamento nesta
área. Alguns animadores sócio-culturais pensam que trabalhar neste seguimento
do mercado é ser “Silvio Santos”[2]
(não desmerecendo seu trabalho e sua capacidade de trabalho), levam este
trabalho com “bico”[3]
e por esta razão não se tem responsabilidade e compromisso com o trabalho. O animador
sócio-cultural tem por sua vez com seu papel ser uma pessoa responsável,
animada, desenvolver o trabalho em equipe, atingir os objetivos da empresa e
dos clientes, sereno, brincalhão, ter uma postura profissional, educador[4],
entre outros. O trabalho deve
ser realizado em equipe para desenvolver uma programação, coloca-la em
prática, ser ela multidisciplinar, com pessoas de varias áreas de
conhecimento, fazendo com que os clientes se interajam, se conheçam,
participem efetivamente do lazer, com opções de escolha, quebrando as barreiras
que colocam para não participar das atividades ou por simples vergonha de
“brincar”. Para a
realização de um bom trabalho teria um número X de animadores para um número
X de clientes, teoricamente isso é fácil mas na prática na realidade é
completamente diferente, o que é correto e o que é viável economicamente para
as empresas hoteleiras, o que muitos desses empresários (administradores
e proprietários) deveriam pensar e pode estar mudando é a realização de um
trabalho de qualidade ao serviço prestado (grifo meu). A atuação do
profissional na área do lazer não poderia ser diferente das demais, os
problemas sempre aparecem, às vezes com os menos experientes e às vezes com
os mais experientes, os animadores por trabalharem em contato direto com as
pessoas deve tomar alguns cuidados, evitar exageros, manter a sua ética
profissional, respeitar a individualidade de cada um, o bom senso na tomada
de decisões, estando em jogo sua profissão e o próprio nome. E aos animadores
sócio-culturais que esta iniciando sua carreira e mesmo os que já atuam devem
em primeiro lugar gostar, amar o que fazem, ter força de vontade,
perseverança, serenidade, postura profissional, não ser sisudo (cara
amarrada), criatividade, participar das programações, pegar uma atividade e
transforma-la em outra, não ser um mero feitor de atividades, ter o mínimo de
conhecimento sobre o lazer e “ser principalmente profissional, porque lazer é
uma profissão” (entrevistado H3). É necessário
fazer uma “radiografia” do trabalho desses profissionais (animadores
sócio-culturais), analisa-los e entendê-los em seu trabalho, no seu campo de
atuação e na bibliografia, podendo assim traçar seu perfil e seu papel de uma
forma realista. CONCLUSÃO A intenção deste
trabalho é propor discussões, dentro do tema do lazer, a respeito dos profissionais que atuam no
sistema hoteleiro. Verificou-se que esses
profissionais atuam em situações ainda não totalmente definidas e
estruturadas. Trabalham geralmente em equipes multidisciplinares, buscando
oferecer melhores condições para o lazer das pessoas, e por outro lado se
defrontam com as concepções dos administradores e proprietários de hotéis de
lazer, pois muitos deles não estão preparados para discutir o assunto, uma
vez que o único interesse é a parte financeira, é claro que devido ao mercado
competitivo querem oferecer um trabalho, ou melhor, um serviço de qualidade,
mas não investem nos animadores sócio-culturais, pois para eles estes
profissionais são encontrados aos “montes”, facilmente adaptados ao hotel, ou
seja, verdadeiros robôs, feitores de atividades, não podendo esquecer das
exceções dos bons profissionais e também de hotéis preocupados
verdadeiramente com a qualidade dos serviços prestados. Encontram-se
semelhanças e diferenças entre a teoria (bibliografia) e a concepção dos
administradores e proprietários de hotéis de lazer, talvez a principal seja
em relação às características do animador sócio-cultural, a qual deve ser uma
pessoa extrovertida, alegre, moças e rapazes simpáticos, aplicados e
atenciosos, sempre prontos para fazer alguma ‘animação’, organizar uma festa
ou um show, orientando e instruindo os hospedes (clientes), sempre solícitos,
sobre o que fazer com o tempo livre. Estes
profissionais fazem com que os clientes
interajam, “quebrando” o estranhamento que sentem ao primeiro impacto
quando se encontram nos hotéis, programam e organizam atividades para um
melhor aproveitamento do tempo de lazer proporcionado nos hotéis de lazer. Os profissionais
da área têm portanto um desafio: estudar,
pesquisar, e expandir também o seu quadro de informações, para melhorar o
seu trabalho, a qualidade do lazer
das pessoas, e transmitir aos responsáveis pelo sistema hoteleiro a noção de
que as atividades de lazer fazem parte dos serviços dos hotéis, integrando-se
aos seus sistemas operacionais, e não são apenas mais um atrativo a ser
oferecido ocasionalmente para atrair
alguns hóspedes a mais. REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS CAMARGO, L O
L. O mercado de trabalho de lazer.
In: Encontro Nacional de Recreação e Lazer, 9., 1997, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: UFMG/CELAR, 1997. p. 675-685. _______. O que é lazer. São Paulo, Brasiliense,
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Caxias do Sul: EDUCS, 1990. FREIDSON,
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Teoria, profecia e política. São
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B. Os novos militantes
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STOPPA, E A. Reflexões acerca do
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In: Encontro Nacional de Recreação e Lazer, 9., 1997, Belo Horizonte. Anais... Belo Horizonte: UFMG/CELAR, 1997. p. 189-198. |
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| Red Latinoamericana de Recreación
y Tiempo Libre | Red Nacional de Recreación |
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Fundación Colombiana de Tiempo Libre y
Recreación / FUNLIBRE |
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[1] Pós-graduação em Lazer, Programação e Animação Sócio-Cultural(2001/2002),UEL – Universidade Estadual de Londrina/PR Licenciatura Plena – Educação Física- ESAFA- Avaré/SP. Rua Pernambuco,306 – Manduri – Sp, CEP 18780-000 – Tel: 43 344 5089-
E-mail:evandrocorrealazer@yohoo.com.br
[2] Silvio Santos – Apresentador da rede de televisão SBT.
[3] Bico – expressão utilizada para um trabalho que não se tem compromisso, ganhar um dinheiro no final de semana.
[4] Educador – este que é de uma educação não formal, mas com seus propósitos e objetivos a serem atingidos.