Los animadores culturales en las actividades de ocio y recreación de Río Grande do Sul.

 

 

OS ANIMADORES CULTURAIS NAS ATIVIDADES DE LAZER DO RS.

 

Scheila E. Antunes[1]

Marli Hatje[2]

 

14 ENAREL. 13 a 16 de Noviembre de 2002.

UNISC. Santa Cruz do Sul – RS. Brasil.

 

 

 

RESUMEN

En Brasil los estudios que privilegian al área de ocio y recreación vienen creciendo con el paso del tiempo a través del surgimiento de nuevas demandas poblacionales en el área. Así mismo, estudios ya realizados y, constantes datos divulgados en los diversos medios de comunicación, demuestran una realidad aún deficiente, bien sea por la falta de espacios físicos adecuados, áreas verdes destinadas al  ocio y recreación o por la falta de personas capacitadas para trabajar con actividades físicas en torno al ocio y la recreación. Dentro de este contexto, este estudio analizó la presencia y la importancia de los animadores culturales/socioculturales en las actividades de ocio y recreación de Rio Grande do Sul. Fueron aplicados cuestionarios semi-estructurados, en cinco municipios, y la población objetivo fue dividida en cuatro grupos: sector público, sector semi-público, sector semi-privado y profesionales, que actúan en el área objeto de estudio. Además de conocer el papel de los animadores culturales/socioculturales se identificaron las dificultades encontradas por los profesionales que actúan en el área, las características que las empresas y/o las organizaciones en los sectores público, semi-público y semi-privado buscan en un candidato al cargo de animador cultural/sociocultural, así como los criterios de selección y las actividades desarrolladas por el profesional.

 

RESUMO

No Brasil os estudos que privilegiam a área do lazer vem crescendo com o passar do tempo através do surgimento de novas demandas populacionais na área. Mesmo assim, estudos já realizados e, constantes dados divulgados nos diversos meios de comunicação, demonstram uma realidade ainda deficiente, seja pela falta de espaços físicos adequados, áreas verdes destinadas ao lazer ou pela falta de pessoas capacitadas a trabalhar com atividades físicas voltadas ao lazer. Diante desse contexto, este estudo analisou a presença e a importância dos animadores culturais/socioculturais nas atividades de lazer do Rio Grande do Sul. Foram aplicados questionários semi-estruturados, em cinco municípios, e o público-alvo foi dividido em quatro grupos: setor público, setor semi-público, setor sem-privado e profissionais que atuam na área, objeto de estudo. Além de conhecer o papel dos animadores culturais/sócio-culturais conheceu-se as dificuldades encontradas pelos profissionais que atuam na área, as características que as empresas e/ou órgãos nos setores público, semi-público e semi-privado, buscam num candidato à vaga de animador cultural/sociocultural, bem como os critérios de seleção e as atividades desenvolvidas pelo profissional.

 

 

CONSIDERAÇÕES  INICIAIS

Com o contínuo processo de urbanização nas cidades, com a tomada das áreas verdes para a construção de novos empreendimentos imobiliários, percebemos, com muita clareza, a necessidade de estudarmos e colocarmos em prática novas possibilidades para o lazer, através de alternativas que venham contribuir para que a sociedade possa ter uma vida saudável e de qualidade, priorizando o bem estar físico e mental.

 

Porém, a questão não é tão simples, embora, constatemos o progresso nos estudos e nas discussões a cerca do lazer, pelos órgãos público e privado, pelas instituições de ensino superior, estudiosos e pesquisadores da área. Ainda encontramos uma grande parte da população que insiste em associar o lazer às atividades recreativas ou a eventos de massa, percebendo-o apenas como uma alternativa agradável no processo de reposição de energias para encarar as jornadas diárias de trabalho. Os valores do lazer acabam restritos ao descanso e ao divertimento, sendo que esses, são apenas alguns dos tantos que o lazer carrega consigo. O lazer é muito mais. É preciso uma percepção e uma compreensão mais abrangentes sobre o assunto sob pena de que essa visão restrita contribui para que se tenha uma visão parcial e limitada das atividades de lazer, restringindo o seu âmbito e dificultando o seu entendimento (Marcellino, 1996, p.13).

 

O lazer, pode e deve ser utilizado para o descanso e divertimento do ser humano, que busca em suas possibilidades uma fuga (mesmo que momentânea) da realidade social, de suas obrigações familiares, religiosas, políticas, etc. Porém, não podemos ignorar as demais possibilidades que o lazer oferta, principalmente levando em consideração seu conteúdo educativo. Assim, o lazer e suas possibilidades devem servir, também como propulsor no processo de desenvolvimento pessoal e social do indivíduo e de sua comunidade.

 

Como nosso estudo privilegiou os profissionais que atuam na área do lazer, estabelecemos uma denominação abrangendo ao mesmo tempo os diferentes profissionais que atuam nessa área, como também aqueles que se dedicam informal ou voluntariamente às ações do lazer, sem fazer dessa dedicação uma possibilidade de emprego ou atitude profissional. Definimos como Militantes Culturais aqueles que desenvolvem trabalhos voluntários na área do lazer, enquanto Animador Cultural caracterizou os profissionais das mais diversas áreas de atuação que ocupam cargos de funções culturais em órgãos e/ou empresas, de ordem pública ou privada. Para conceituar as pessoas envolvidas com a promoção de atividades voltadas ao lazer, utilizou-se a linha de pensamento de Marcellino (1995).

 

Em nosso estudo adotamos a expressão Líder Comunitário ao invés de Militante Cultural, por acreditarmos ser mais adequado e expressivo na atual conjuntura da sociedade em que vivemos e pela realidade encontrada nos municípios pesquisados.

 

Mesmo definidos, com nomenclaturas diferenciadas, os profissionais que atuam no campo do lazer, apesar da diversidade de profissionais e não-profissionais em termos de papéis, funções, relações de emprego, entre outros; há algo de muito peculiar que aproxima o líder comunitário (militante) do animador, que é uma espécie de substrato comum: o interesse continuado em agir sobre a dinâmica cultural e que pode ser expressada, em sua vida cotidiana, por meio do ânimo com que encaram os desafios, os problemas e as questões culturais.

 

Para que o animador esteja preparado para atuar no campo do lazer, torna-se necessário que ele compreenda que essa área, de caráter interdisciplinar e de enfoque multiprofissional, vem ganhando espaço e diversificando-se constantemente, através de sua trajetória histórica a partir da Revolução Industrial, com o aumento do tempo “liberado” ou o tempo de “não-trabalho”. Também é importante que tenha conhecimento de que os conceitos do lazer giram em torno de três eixos básicos: o do tempo de não-trabalho; do espaço de sua vivência e da atitude do indivíduo. Portanto, podemos afirmar que o lazer se consolida na experiência lúdica do ser humano resultante dessas varáveis.

 

Para melhor compreensão de nossas abordagens, visualizemos a figura 1.

Figura 1 – Variáveis que compõe o lazer

 

A compreensão desse esquema é fundamental para a estruturação dos projetos a serem implementados nos municípios. Os animadores culturais, os órgãos promotores de eventos e atividades de lazer e os líderes comunitários, engajados nas propostas ou programações de lazer, devem constantemente discutir essas variáveis, pois são  imprescindíveis ao sucesso das atividades.

 

QUESTÕES METODOLÓGICAS

 

1 Público-alvo

 

O público alvo foi composto por quatro grupos[3], pré-determinados:

à Setor Público: quando ligado ao governo municipal, estadual e/ou federal, gratuito por natureza, aberto a todos os interessados e sem fins lucrativos. Secretarias de Educação, Cultura, Turismo, Esporte e de Lazer dos municípios do Rio Grande do Sul, selecionados para o estudo;

à Setor Semi-público: entidades de direito privado porém, com características de atendimento assemelhadas ao setor público. Para este estudo foram escolhidos o Sesi e o Sesc;

à Setor Semi-privado: entidades sem fins lucrativos, com estatutos que limitam a participação da grande maioria. É o caso dos clubes sociais recreativos que se constituem na maior base física de lazer no país,

à Profissionais formais do lazer: os profissionais que atuam na área do lazer no papel de animadores culturais/socioculturais.

 

2 Local de realização da pesquisa

 

A pesquisa foi aplicada em cinco, dos 31 municípios do Rio Grande do Sul, que integraram a pesquisa intitulada: “Lazer no RS: resgatando sua história no contexto urbano e rural”[4]. Por se tratar de pesquisa, eminentemente qualitativa, optou-se em aplicar os instrumentos de coleta de dados nos municípios com o maior número de habitantes de cada região, regiões estas definidas ao estudo anterior.

 

QUADRO I  -

Localização geográfica dos municípios integrantes da pesquisa no Rio Grande do Sul

Região das Missões

Região Produção

Região Campanha

Região Central

Região do Vale do Taquari e Rio Pardo

-Santo Ângelo

(76.745 habitantes)

-Espumoso

(16.185 habitantes)

-Uruguaiana

(126.936 habitantes)

-Santa Maria

(243.611 habitantes)

-Santa Cruz do Sul

(107.632 habitantes)

 

NOTA: As informações do Quadro I foram obtidas através de tabela fornecida pela Secretaria do Mercosul,Cultura e Turismo de Santa Maria – RS  no segundo semestre de 2000 e, os dados referentes ao número de habitantes dos municípios foram obtidos pela internet no site do IBGE.

 

 

3 Instrumentos para Coleta de Dados

 

Os instrumentos, estruturados com perguntas abertas e fechadas, foram aplicados pela bolsista do projeto, de forma a garantir uma linearidade na coleta dos dados. Utilizou-se da técnica de história oral (quando necessário). Os questionários aplicados:

à Questionário A  - dirigido aos responsáveis pelas questões do esporte e do lazer através do órgão público municipal – Setor Público;

à Questionário B  - dirigido aos clubes com trabalhos voltados para o esporte, ao lazer, ao turismo e à cultura (clubes sociais e/ou esportivos/ recreativos) – Setor Semi-privado;

àQuestionárioB1  -  dirigido as empresas/instituições/associações com trabalhos voltados para o esporte, ao lazer, ao turismo e à cultura (Sesi, Sesc) – Setor Semi-Público;

à Questionário C  - dirigido aos Animadores Culturais.

 

 
APRESENTAÇÃO E ANÁLISE DOS DADOS

 

Para facilitar a apresentação e compreensão dos dados, optou-se em apresentá-los, por categoria e em forma de quadro. A análise completa está publicada no relatório final, apresentado ao Centro de Educação Física e Desportos da UFSM e ao órgão financiador (CNPq//PIBIC).

 

QUADRO II –

Principais atividades oferecidas pelos Setores analisados

 

Município

Setor Público

Setor Semi-público

Setor Semi-privado

 

Santo Ângelo

Privilegia atividades  culturais, intelectuais artísiticas.

Privilegia o lazer esportivo, cultural e social.

Privilegia atividades esportivas, eventos sociais e de recreação.

 

Espumoso

Privilegia jogos e eventos esportivos.

Privilegia o lazer esportivo, cultural e social.

Privilegia atividades esportivas e recreativas.

Uruguaiana

Privilegia jogos e eventos esportivos.

Privilegia o lazer esportivo, cultural e social.

Privilegia atividades esportivas e eventos de recreação.

 

Santa Maria

Privilegia eventos esportivos e atividades recreativas.

Privilegia o lazer esportivo, cultural e social.

Privilegia atividades esportivas, recreação e eventos sociais.

Santa Cruz do Sul

Privilegia jogos e eventos esportivos e de recreação.

Privilegia o lazer esportivo, cultural e social.

Privilegia atividades esportivas, e eventos de recreação.

 

Podemos verificar que dentre os setores analisados, apenas o setor semi-público privilegia o lazer em outros interesses que não seja exclusivamente o físico-esportivo. Ofertam à sua população alternativas de lazer cultural e social, incentivando a apreciação de obras de artes, peças teatrais, participação em eventos sociais realizados pelo setor, bem como atividades que privilegiam o conteúdo turístico do lazer através de passeios e excursões por diversas localidades do Estado.

 

O setor público se detém muito nas atividades esportivas e de recreação. Vale lembrar que essas são alternativas de lazer, porém não são as únicas. Foi comum, a todos os municípios pesquisados, a preocupação com os eventos esportivos promovidos no município, como por exemplo, os Jogos Abertos do Rio Grande do Sul (JARGS), Jogos Municipais da Melhor Idade, entre outros eventos, projetos e/ou atividades ofertadas por esse setor. O fato de privilegiar o conteúdo físico-esportivo do lazer, faz com que o setor público não trabalhe outras possibilidades dentro do lazer, em seus demais conteúdos: o manual, o cultural, o social, o intelectual e o turístico.

 

O setor semi-privado também demonstrou preocupação exclusiva com a promoção de atividades físico-esportivas, onde a principal ação envolve as escolas de iniciação esportiva da entidade. Os clubes analisados, também oferecem ao seu grupo de associados algumas atividades que privilegiam o conteúdo social do lazer, tais como: jantares, bailes e reuniões festivas entre grupos específicos ou abertos a comunidade em geral. Frente a isso, podemos perceber que o setor semi-privado ainda deixa a desejar no que diz respeito aos demais conteúdos do lazer, pois não foram constatadas atividades e/ou eventos que oportunizassem o contato com atividades culturais, manuais, intelectuais ou ainda, turísticas.

 

Com a pesquisa percebeu-se que os animadores culturais/sócio-culturais que trabalham no setor semi-privado, atuam especificamente em uma modalidade esportiva e, somente participam das atividades de lazer conforme as demandas de cada evento. A participação deles  no planejamento, por exemplo, somente ocorre quando as atividades referem-se à modalidade em que atuam, caso contrário apenas executam a função que lhes é determinada pelo departamento responsável no clube.

 

No setor semi-público, representado pelo Serviço Social do Comércio e pelo Serviço Social da Indútria, nesta pesquisa, o Departamento de Lazer é de responsabilidade de um técnico em lazer (no caso do SESI) e de um profissional de áreas afins (no caso do SESC). O planejamento é realizado por esse responsável, contando às vezes, com a participação de estagiários, que integram a equipe sob sua responsabilidade.  Nesse setor, o animador cultural também não participa de forma integral das ações propostas, assumindo muitas vezes o papel de um simples tarefeiro e não tendo oportunidade de contribuir com as atividdes e ampliar seus conhecimentos na área.

 

No setor público, os animadores culturais, que atuam diretamente nas atividades de lazer, participam apenas do momento prático das ações. Raramente têm contato com o planejamento e a organização das ativiaddes oferecidas à população.

 

Com exceção do município de Santa Maria, nos demais, os três setores analisados, não contam com a participação voluntária de líderes comunitários, ou seja, não conseguiram estabelecer um elo de participação efetiva com a comunidade, para a qual propõem as atividades. Esse fato pode ser um aspecto negativo na qualidade das atividades desenvolvidas nos municípios pesquisados, especialmente, se considerarmos que o líder comunitário desempenha papel  de mediador de idéias e informações a respeito da população local, contribuindo com os setores no diagnóstico da realidade local e na projeção de novas tendências na área do lazer.

 

É muito importante a presença do animador cultural nas atividades propostas na área do lazer. No entanto, sua importância está atrelada ao seu repertório de conhecimentos e de compreensão das ações nas quais está envolvido. É fundamental, ao sucesso do planejamento, da organização e da execução dos programas de lazer, por exemplo,  o comprometimento com sua atuação profissional.

 

Assim como ainda existem problemas que envolvem a área do lazer (falta de segurança e de infra-estrutura física, por exemplo) e da atuação profissional, formal e não-formal, também são identificados problemas quanto a qualidade das atividades propostas pelos setores.  A maioria dos planejamentos são realizados unicamente no sentido de propor ações. É fundamental que também sejam programados momentos de reflexão sobre os benefícios trazidos à população com essas ações, bem como, avaliações periódicas para verificar o sucesso ou não das ações propostas. É importante que esse momentos ocorram em todos os setores, principalmente para que os programas e as atividades, a serem implementadas, sejam adequadas ao público-alvo a ser beneficiado.

 

Entendemos pertinente que os setores que atuam com o lazer, dêem a devida importância à área e que integrem seus profissionais proporcionando-lhes maior participação em todos os momentos, desde o planejamento até a avaliação final, incluído um feedback. A área deve considerar o passado, o presente e privilegiar o futuro. Os setores que atuam com o lazer também devem planejar investimentos em eventos de atualização e de qualificação aos profisisonais que atuam na área.

       

REFERÊNCIAS  BIBLIOGRÁFICAS

 

ANTUNES S. E. & HATJE, M. Lazer no RS: resgatando sua história no contexto urbano e rural. Santa Maria: Relatório de Pesquisa-CEFD/UFSM, 2001.

________________. Os Animadores Culturais nas atividades de lazer do RS. Santa Maria: Relatório Final de Pesquisa – CEDF/UFSM, 2002.

BRUHNS, H. T. Introdução aos estudos do lazer. Campinas: UNICAMP, 1997.

CAMARGO, L.O. Política de lazer. Estudos de lazer. São Paulo: Sesc, 1986.

DUMAZEDIER, J. Sociologia Empírica do Lazer – Debates. São Paulo: Perspectiva,  1979.

GODOY, J. F. R. de, et al. Desporto de Base. Piracicaba, 1992.

MARCELLINO, N. C. Estudos do lazer: uma introdução. Campinas: Autores Associados, 1996.

_________________. Lazer e educação. Campinas, SP: Papirus, 6ª ed., 2000.

_______________. Lazer e empresa. Campinas, SP: Papirus, 3ª ed., 2002.

__________________. Lazer: formação e atuação profissional. Campinas – São Paulo: Papirus, 1995.

__________________. Lazer e Humanização. Campinas: Papirus, 2ª ed., 1995.

MEDEIROS, E.B. O lazer no planejamento urbano.  Rio de Janeiro:Fundação Getúlio Vargas, 2ª ed., 1975.

REQUIXA, R. O lazer no Brasil. São Paulo: Brasiliense, 1977.

ROSAMILHA, N. Psicologia do jogo e aprendizagem infantil. São Paulo: Pioneira, 1982.

SILVA, J.B. da. Educação Física, esporte, lazer: aprendendo a aprender fazendo. Londrina: Lido, 1995.

VALLADARES, R. Revista Veja. São Paulo: Abril, 17/05/2000.

JORNAL DA MANHÃ. Um convite ao entretenimento e à diversão. Ijuí, 20 de fevereiro de 1999, Caderno 2.

JORNAL A RAZÃO. Desleixo esconde lazer. Santa Maria, 24 de fevereiro de 1999, p. 6.

_________________.   Eventos afetam a estrutura do CDMS. Santa Maria, 23 de maio de 2002, p.06.

 

 

 

|  Red Latinoamericana de Recreación y Tiempo Libre  |  Red Nacional de Recreación

Fundación Colombiana de Tiempo Libre y Recreación / FUNLIBRE

 



[1] Bolsista do CNPq/PIBIC. Acadêmica do curso de Educação Física - Licenciatura Plena do Centro de Educação Física e Desportos da Universidade Federal de Santa Maria – RS/Brasil End.:Rua Vinte de Setembro, nº 20 – Aptº 42, Centro - Santa Maria/RS (CEP: 97050-770) Fone/Fax: 0XX55 222-3918  E-mail: scheilae@zipmail.com.br

[2] Orientadora. Professora do Departamento de Métodos e Técnicas Desportivas, do Centro de Educação Física e Desportos, da Universidade Federal de Santa Maria – RS/Brasil. Rua Drº Pantaleão, nº 214- Aptº 403, Centro – Santa Maria/RS  Fone: 0XX55 220 8315  E-mail: mhatje@.cefd.ufsm.br

[3] Fonte: Bramante, A C. Qualidade no gerenciamento do lazer In Brhuns, H. T.(Org.) Introdução aos estudos do lazer, Campinas/SP: Editora da UNICAMP, 1997.

[4] O estudo financiado pelo CNPq/PIBIC foi desenvolvido em 2001, junto ao Centro de Educação Física e Desportos da UFSM,  e teve como objetivo conhecer as principais atividades de lazer praticadas pela população do Estado, nas zonas rural e urbana. Foram entrevistadas mais de 500 pessoas em 31 municípios, através de questionários semi-estruturados. Os resultados da pesquisa podem ser encontrados na revista Kinesis do CEFD/UFSM, de maio/2002.