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Cuerpo y ocio y recreación: Consideraciones sobre el carnaval de
Bahia. CORPO E LAZER: CONSIDERAÇÕES SOBRE O CARNAVAL BAIANO Cristine
Fonseca de Almeida[1] CELAR/DEF/UFMG[2] 14 ENAREL. 13 a 16 de Noviembre de 2002. UNISC. Santa Cruz do Sul – RS. Brasil. |
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RESUMEN Este
estudio tiene por objetivo presentar y analizar las relaciones establecidas
entre el cuerpo y el ocio y la recreación en el carnaval da Bahia, buscando
comprender los valores y significados presentes en esa relación. Procuro
entender los sentidos referentes a la manifestación del carnaval en el país, y
anotar limites y posibilidades que esta manifestación puede ofrecer en cuanto
vivencia de ocio y recreación crítica y creativa en nuestra sociedad actual.
Para ello, se realizó una investigación bibliográfica a partir de la identificación
de libros, artículos, disertaciones, tesis e informes recogidas de páginas de
internet, que versaban sobre los temas ocio y recreación, carnaval y cuerpo.
Fue posible comprender que las expresiones corporales presentes en el
carnaval sufren influencias de la industria cultural, que ve el cuerpo como
“objeto” y, que sigue la norma y conducta establecidas, principalmente, pelos
medios de comunicación de masas. No obstante, considero posible vivenciar el
ocio y la recreación en el carnaval bahiano de forma crítica y
contextualizada, a partir de las posibilidades de resistencia creadas para
vivir las manifestaciones establecidas dentro de la fiesta. RESUMO Este estudo objetiva apresentar e analisar as relações estabelecidas
entre o corpo e o lazer no carnaval da Bahia, buscando compreender os valores
e significados presentes nessa relação. Procuro entender os sentidos
referentes à manifestação do carnaval no país, e apontar limites e
possibilidades que essa manifestação pode oferecer enquanto vivência de lazer
crítico e criativo em nossa sociedade atual. Para tanto, foi realizada uma
pesquisa bibliográfica a partir da identificação de livros, artigos,
dissertações, teses e informações retiradas de páginas da internet, que
versavam sobre os temas lazer, carnaval e corpo. Foi possível compreender que
as expressões corporais presentes no carnaval sofrem influências da indústria
cultural, que vê o corpo como “objeto” e, que segue a norma e conduta
estabelecidas, principalmente, pelos meios de comunicação de massa. No
entanto, considero possível vivenciar o lazer no carnaval baiano de forma
crítica e contextualizada, a partir das possibilidades de resistência criadas
para viver as manifestações estabelecidas dentro da festa. INTRODUÇÃO O interesse pelo
tema surgiu em decorrência das minhas vivências em carnavais, nas quais me
deparava com pessoas de vários lugares do Brasil e do mundo e, ficava me
perguntando quais seriam os possíveis motivos que levavam essas pessoas a
saírem de lugares distantes para participar de uma festa em um outro local. O
que as pessoas sentem, e quais são os interesses que estão envolvidos nessa
vivência? Buscando
entender os sentidos referentes à manifestação do carnaval no país, comecei a
refletir sobre as vivências corporais próprias desse evento e observei grande
influência da indústria cultural.
Nesse contexto a mídia apresenta uma linguagem corporal que difunde e
valoriza corpos belos e “sarados”, fato que nos permite identificar uma
tendência que visa a busca de um “corpo ideal”, baseada no consumo. Dessa
forma, as pessoas são incentivadas a adquirir bens materiais ou produtos que
satisfaçam suas vontades e os valores pré-concebidos, via indústria cultural.
Todos esses elementos submetem o indivíduo a um modelo que podem afastá-lo de
sua autonomia. Entretanto,
percebo que apesar da influência dos meios de comunicação, o corpo pode ser
entendido de forma a não se restringir somente ao mecanizado ou à imagem,
podendo suscitar também vivências lúdicas que venham contribuir para o bem
estar físico e social do indivíduo, como é possível observar nas expressões
de foliões que utilizam seus corpos para se expressarem e interagirem com as
demais pessoas – muita alegria, satisfação e prazer. Compreender as
relações entre lazer e corpo se tornam importantes na medida em que o corpo
se expressa nesse tempo e espaço do lazer, de acordo com os símbolos e
significados construídos pela sociedade ao longo dos anos. Portanto, duas
questões se fizeram presentes neste trabalho: como se dá a relação corpo e
lazer no carnaval da Bahia? Quais são os valores e significados que estão
presentes nessa relação? As respostas a essas questões e a reflexão sobre
elas se constituem o propósito deste estudo, cujo o objetivo é discutir a
relação entre corpo e lazer no contexto do carnaval da Bahia, tendo em vista
compreender os valores e significados presentes nessa relação. Essa pesquisa
bibliográfica teve como técnica a revisão de literatura (TRIVIÑOS, 1987), a
partir do levantamento de livros, artigos, dissertações, teses e informações
coletadas na internet sobre o tema central do estudo. AS RELAÇÕES ENTRE LAZER E CULTURA EM NOSSO CONTEXTO
ATUAL As relações
sociais e pessoais que fazem o momento do lazer único, muitas vezes, podem se tornar distantes, e dessa forma
nos deparamos com uma prática de lazer justificada pela utilidade, encarada
como uma possibilidade de reprodução e consumismo. Desse modo, muitas pessoas
associam o lazer ao consumo de produtos e serviços, seguindo assim, a lógica
do mercado que impera em nossa sociedade atualmente. No entanto, o lazer
pode ser permeado por outros valores se apresentando principalmente como um
direito social, que visa a qualidade de vida do cidadão, possibilitando o seu
desenvolvimento em meio aos conflitos sociais, de forma a contribuir para a
sua autonomia enquanto sujeito crítico e consciente. De acordo com
MORAIS (1999, p.33) o lazer não é apenas concebido: ...como um tempo
de viver o prazer fora das obrigações da vida, ou como um tempo de nos
ocuparmos com atividades que divertem, mas sim, particularmente, que a
alegria é possível como fruto da conquista da liberdade ao lidar com
atitudes, espaços, tempos e atividades que busquem superar os muitos dilemas
sociais colocados como limites a essas conquistas. Pensar o lazer
enquanto mero “passatempo”, com o intuito de distrair as pessoas e compensar
o stress provocado pelo trabalho, implica em restringi-lo em sua essência,
que pode ser mais ampla e profunda. Neste sentido, ele pode não se restringir
somente a reprodução social, na medida em que não se limita a práticas
ditadas pelo modismo ou ao consumo de produtos e serviços. Neste sentido,
percebo que o lazer vem sendo permeado por novos valores, que são reflexos de
uma sociedade que vive grandes transformações culturais ao longo de sua
existência. Concordo com MARCELLINO
(1995, p.31), que entende o lazer “como cultura compreendida no seu sentido
mais amplo – vivenciada no tempo disponível.” Por isso, entendo que o lazer é
uma das dimensões da cultura, pois o homem produz e reproduz cultura através
do seu trabalho, nos momentos de lazer, enfim em todos os momentos que se
relaciona com o mundo que está em sua volta. Essa interação entre homem e as
coisas que estão a sua volta é que vão auxiliar no processo de construção das
produções humanas. Em nosso país,
inúmeras manifestações culturais são construídas pelas pessoas em seu
cotidiano, no entanto, o carnaval se destaca como uma das práticas culturais
que se materializam através da ação humana, e que se destaca em nosso
contexto pela sua dimensão. Interpretado
como significando um “adeus à carne”, o carnaval que vem do latim - carnis, carne, e vale, adeus - foi considerado uma espécie de triunfo final da
sensualidade antes da Quaresma [3]
( LEACH [4]
apud PARKER, 1991, p. 210). O carnaval, como
uma das possibilidades de vivência do lazer na sociedade, pode ser entendido
como um conteúdo cultural. E como tal, também se destaca em meio a influência
da indústria cultural, colocando-se
como um dos alvos de interesses do mundo mercantil, justamente por sua
estrutura gigantesca que pode envolver milhares de pessoas. Por isso, observo
que, em nossos dias atuais, ele está associado à indústria de entretenimento
e ao mercado das emoções, sendo diversos os interesses que permeiam essa
festa, sejam políticos, econômicos, sociais entre outros. Por ter surgido
da manifestação do folclore[5]
e da cultura popular, o carnaval possui valores e costumes, os quais vão
sendo passados e repassados de geração em geração. Ele também pode ser
compreendido como uma possibilidade de manifestação dos conflitos de uma dada
sociedade ou pode ser entendido como uma explicação da realidade
sociocultural. Concordo com DA MATTA (1983), quando ele fala que o carnaval
pode ser alvo de todas as projeções sociais, pois, nos deparamos ao mesmo
tempo com mundos tão opostos e com
realidades tão distintas, que quando começa a festa logo percebemos quem é
quem. No Brasil
existem várias possibilidades de vivenciar o carnaval, as quais foram
construídas de acordo com as peculiaridades regionais. Uma das que mais vem
crescendo nos últimos anos, surgiu no estado da Bahia e foi impulsionada pela
criação do Trio Elétrico. APONTAMENTOS SOBRE O CARNAVAL DA BAHIA O ano de 1884 é
considerado como o marco decisivo para o carnaval da Bahia. Embora a festa já
possuísse considerável porte
principalmente nos salões é
nesse ano que teve início a organização dos festejos de ruas e os desfiles de
clubes, corsos, carros alegóricos e de vários populares. A partir daí ocorre
a intensificação da participação do povo e aclamação do carnaval de rua, que
até hoje caracteriza a festa na Bahia (HISTORIA DO CARNAVAL, 2001). Os músicos e
compositores baianos, Dodô e Osmar criaram um palco ambulante sonoro, que era
composto por um velho Ford 1929 e um som ampliado por alto-falantes, eles
foram os percursores do carnaval de rua com trio elétrico na Bahia, saíam
pelas ruas de Salvador, levando música e alegria. Aos poucos foram se
popularizando, ganhando cada vez mais adeptos ao movimento. O nome “trio
elétrico” surgiu em 1951, quando, pela primeira vez, apresentou-se no
carnaval um conjunto de três instrumentistas. Na década de
1980, aconteceram mais inovações nos trios, visando uma melhora na qualidade
do som. Com o processo de profissionalização e comercialização da festa, o
carnaval ganhou novos espaços físicos, tendo como primeira opção o Farol da Barra. As primeiras
estruturas metálicas para camarotes e arquibancadas foram instaladas no Campo
Grande. Os blocos eram compostos por cordão de isolamento humano, que eram
seguranças contratados para garantir a integridade dos participantes que
compravam o abadá, vestimenta que era utilizada durante o carnaval dentro do
bloco, o que possibilitava ao folião o direito de permanecer dentro do espaço
reservado. Essa idéia foi criada para atender as camadas economicamente mais
privilegiadas da população, que queria mais conforto e segurança durante o
evento. Na década de
1990, com a explosão do axé music,
projetos passam a ser criados para atender a demanda do evento. Começam a
surgir novas apropriações de espaço pela cidade, o que favorece a
distribuição do fluxo de pessoas através dos novos pólos de concentração
formados nos diferentes bairros. Além disso, surgem outras iniciativas no ano
de 1996 – o carnaval do Centro Histórico do Pelourinho – através do projeto
elaborado por técnicos do IPAC, com o objetivo de preservar a história e a
cultura dos carnavais de outras épocas (HISTORIA DO CARNAVAL, 2001). Neste contexto,
existem inúmeras manifestações que acontecem no carnaval da Bahia, dentre
elas podemos citar os Clubes carnavalescos, Afoxés[6],
Blocos com baterias ou com grupos de percussão, etc. Uma questão que
chama a atenção, é que o carnaval do trio elétrico se apresenta como símbolo
coletivo do espetáculo, entretanto, disfarça as desigualdades sociais e ao
mesmo tempo as denuncia por meio de um mapeamento traçado no espaço social.
Presenciamos muitos preconceitos em relação às classes sociais: nos próprios
camarotes destinados a elite e, também, nos espaços demarcados pelos cordões
de isolamento humano que são exclusivos para as pessoas que compram o abadá,
caso contrário ficam do lado de fora do cordão e são apelidadas de “pipocas”.
Teoricamente, o carnaval é para todos, no entanto, sabemos que o carnaval
baiano não lida só com a cultura popular ou com os interesses da população em
geral, mas também com a disputa de classes. De qualquer maneira, esse tipo de
festa vem crescendo a cada dia em nossa realidade. Essa “expansão”
do carnaval da Bahia nos permite identificar diferentes tipos de
manifestações, algumas mais influenciadas pela indústria cultural, como é o caso dos trios elétricos, e outras
que apesar de serem bastante divulgadas, ainda não estão tão influenciadas e
controladas por essa indústria de diversão e entretenimento, como é o caso
dos grupos do pelorinho e afoxés. Portanto,
considero possível vivenciar o carnaval da Bahia de forma crítica e
construtiva, através das possibilidades lúdicas, que privilegiam as relações
pessoais e sociais. O carnaval,
tendo um significado ímpar, pode levar às pessoas saírem da rotina e
acompanharem os festejos durante quatro dias. Por um momento este
acontecimento consegue interromper as proibições e repressões da vida
cotidiana das pessoas para oferecer uma visão de mundo na qual tudo parece
possível. As pessoas projetam
na festa as possibilidades de vivenciarem o prazer intensamente, como se por
um momento, os sonhos e as ilusões pudessem se tornar realidade durante
aqueles dias de folia. É uma manifestação que permite, pelo menos em algum
momento, a isenção da responsabilidade inerente ao trabalho. Por outro lado,
esse fato coloca essa manifestação popular como um “mundo de riscos”, de
loucura e brincadeira, no qual a ordem estabelecida do dia-a-dia se dissolve
em face de uma anarquia utópica, em que todas as estruturas hierárquicas são
invertidas e é proclamada a igualdade fundamental de todos os seres humanos.
Acima de tudo, é considerado uma celebração da carne, quando as repressões e
proibições da vida normal já não existem e, de repente, todas as formas de prazer
são possíveis (BAKHTIN [7],
apud PARKER, 1991, p. 210). AS
VIVÊNCIAS CORPORAIS NO CARNAVAL BAIANO Aliado aos
blocos, temos as músicas, as danças que são expressas através dos gestos
corporais dos sujeitos presentes, que dão brilho e graça ao evento. O corpo,
nesse contexto também deve ser compreendido, pois ele é destacado a partir da
música, da dança, dos rituais que marcam o carnaval, de forma que, a
linguagem corporal estabelecida nas relações sociais ampliam a comunicação
entre os sujeitos ao longo da festa. A partir do seu
potencial de expressividade e dos seus múltiplos significados, o corpo, ao
longo da história, passa a se comunicar com o mundo por meio das relações
estabelecidas em diferentes contextos sociais. Em virtude desses significados
e signos, o corpo passa a se expressar interagindo com o mundo que o cerca,
expressando-se de maneiras diferenciadas de acordo com os estímulos
intrínsecos ou extrínsecos recebidos em seu cotidiano. Podendo ser
entendido como único, o corpo com sua história e sua memória, possibilita o
ser humano ser um sujeito social constituído de uma cultura, que pode ser
expressa através dos gestos e movimentos. DAOLIO (1994)
entende o corpo como uma construção cultural, já que cada sociedade se
expressa diferentemente por meio de corpos distintos. Todo ser humano, mesmo
inconsciente desse processo, traz consigo especificidades culturais no seu
corpo. “Tornar-se humano é tornar-se individual, individualidade esta que se
concretiza no e por meio do corpo”. (p. 36) No contexto da
festa (carnaval), o corpo do cidadão, muitas vezes, passa a ser um corpo
consumidor, que está diretamente envolvido em uma infinita produção e consumo
de serviços e desejos. Nesse caso, observo que ao mesmo tempo que o corpo é
hoje consumidor, ele é também objeto de consumo, pois se depara o tempo todo
com um mercado que visa o consumo exacerbado. Ampliar o olhar
para o carnaval implica encará-lo como uma possibilidade de lazer que se
expressa em um tempo e espaço próprios, possibilitando as pessoas que estão
inseridas nesse contexto experimentar diferentes possibilidades lúdicas
ofertadas por essa vivência, pois o carnaval extrapola a rotina diária,
substituindo-a pela dança e pelos movimentos coletivos, que são expressos
pela exaltação do corpo em movimento. Com essas
diferentes possibilidades de “brincar o carnaval”, os corpos humanos podem
aparecer como instrumento ou como resultado de uma atividade alienada. A
banalização do próprio corpo, acontece em função da submissão aos modelos
pré-concebidos pela mídia e pela padronização de gestos corporais, ou seja, a
pessoa se limita aos movimentos padrões que são transmitidos a ele, deixando
de lado a sua própria expressividade. Por outro lado,
DAOLIO (1994) nos aponta outro horizonte, que nos possibilita compreendermos
o indivíduo por meio do seu corpo, através da internalização e apropriação
dos valores, normas e costumes sociais, num “processo de incorporação”. A
cada palavra aprendida, temos mais conhecimento e consequentemente mais
conteúdo cultural adquirido. Em virtude
disso, o corpo que dança no carnaval da Bahia não precisa ficar restrito às
danças coreografadas que são amplamente difundidas em nosso meio, podendo ser
visto como um corpo que brinca, pula, gesticula através dos movimentos, que
representam valores e princípios culturais, trazendo para esse tempo e espaço
uma forma de comunicação privilegiada pelos movimentos humanos. Assim, considero
que é possível experimentar o carnaval baiano em suas múltiplas formas de
expressão e linguagem, não ficando preso à manipulação imposta pelo mercado,
o que o tornaria muito mais que um desejo de resgatar a cultura de um povo:
uma forma para se expressar, também, as diferenças sociais, políticas e
culturais estabelecidas durante os festejos. Ao mesmo tempo
que é importante as pessoas buscarem as suas opções de lazer, também é
importante que elas não fiquem presas somente as opções do mercado. Elas
podem criar novas possibilidades de estarem vivenciando o lazer, não ficando
restritas a vivências voltadas para a razão do ter e do viver emoções
passageiras. REFERÊNCIAS
BIBLIOGRÁFICAS BRHUNS, Heloísa
T. Futebol, Carnaval e Capoeira: Entre
as gingas do corpo brasileiro. Campinas: Papirus, 2000. CARNEIRO,
Edison. Folguedos Tradicionais.
Rio de Janeiro: FUNARTE/ INF, 1982. CHAUÍ, Marilena.
Cultura e democracia: O discurso competente e outras falas. São Paulo: Moderna, 1982. DA MATTA,
Roberto. Carnavais, malandros e
heróis. 4 .ed Rio de Janeiro: Zahar, 1983. DAOLIO, Jocimar.
Da cultura do corpo. Campinas, SP:
Papirus, 1995. HISTORIA DO
BRASIL. Disponível em: <http://www.emtursa.ba.gov.br/carnaval/historia10.html> Acesso em: 25 agosto 2001. MARCELLINO,
Nelson C. Lazer e Humanização.
2.ed Campinas: Papirus, 1995. PARKER, Richard
G. Corpos, Prazeres e Paixões: A cultura sexual no Brasil
contemporâneo. Boston: Best Seller,1991. QUEIROZ, Maria
Isaura P. Carnaval brasileiro. São
Paulo: Brasiliense, 1992. TRIVIÑOS,
Augusto N. S. Introdução à pesquisa em
Ciências Sociais: a pesquisa qualitativa em educação. São Paulo: Atlas,
1987. WERNECK,
Christianne L. G. , ISAYAMA, Hélder F. Lazer, cultura, indústria cultural e
consumo. In: WERNECK, Christianne L. G., STOPPA, Edmur A. , ISAYAMA, Hélder
F. Lazer e Mercado. Campinas:
Papirus, 2001. WERNECK,
Christianne L. G. Lazer, trabalho e
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questões contemporâneas. Belo
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Educação Física. Belo Horizonte,
1995. 180 f.. Tese (Mestrado em Educação Física) - Escola de Educação Física,
Universidade Federal de Minas Gerais. |
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| Red Latinoamericana de Recreación
y Tiempo Libre | Red Nacional de Recreación |
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Fundación Colombiana de Tiempo Libre y
Recreación / FUNLIBRE |
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[1] Acadêmica do
Curso de Educação Física da UFMG; Bolsista do Projeto (PAD/ UFMG).
[2] CELAR/DEF/UFMG - Av. Pres. Carlos Luz 4664 – Pampulha – Belo Horizonte/MG – 31310-250. E-mail: bhcris@yahoo.com.br
[3] Tempo de purificação para os cristãos, no qual os fieis tem que abdicar dos prazeres “da carne” – corpo.
[4] LEACH, Maria. Funk and Wagnall's Standard Dictionary of Folklore, Mythology and Legend. Nova York, 1972.
[5] Folclore significa “saber do povo”. É uma ciência que estuda a cultura, as tradições, os costumes e comportamentos espontâneos de um povo civilizado.
[6] Cortejo de negros que tocam atabaques e entoam canções, em nagô, em louvor às divindades do candomblé. Carneiro (1982).
[7] BAKHTIN, Mikhail. Rabelais and His
World. Cambridge, Mass.: MIT Press, 1968.