|
|
Cuando los grupos deportivos se aventuran en escaladas como Ocio
y Recreación. QUANDO AS TRIBOS ESPORTIVAS SE
AVENTURAM NAS ESCALADAS DO LAZER Taise
Soares da Costa[1] Katia Brandão Cavalcanti[2] 14 ENAREL. 13 a 16 de Noviembre de 2002. UNISC. Santa Cruz do Sul – RS. Brasil. |
|
RESUMEN A través
de modalidades deportivas en contacto con la naturaleza el hombre aprende a enfrentar
lo imprevisible, con un ambiente desconocido, madurando como ser y posibilitando
una vivencia completamente opuesta al modelo vigente de sociedad. Este estudio
tiene como objetivo investigar el fenómeno de la sociabilidad entre los
participantes de pequeños grupos que vivencian la escalada como actividad de ocio
y recreación, caracterizándose como una investigación de naturaleza descriptivo
- interpretativa, con énfasis en la observación participante. El análisis de
los datos constató un nuevo perfil de ocio y recreación como una conquista
necesaria de sostenibilidad cultural que implica el retorno a la naturaleza a
través de los deportes de aventura. RESUMO Através
de modalidades esportivas em contato com a natureza o homem aprende a lidar
com o imprevisível, com um ambiente desconhecido, amadurecendo como ser e
possibilitando uma vivência completamente oposta ao modelo vigente de
sociedade. Este estudo teve como objetivo investigar o fenômeno da
sociabilidade entre os participantes de pequenos grupos que vivenciam a
escalada como atividade de lazer, caracterizando-se como uma pesquisa de
natureza descritivo - interpretativa, com ênfase na observação participante.
A análise dos dados constatou um novo perfil de lazer como uma conquista
necessária de sustentabilidade cultural que implica no retorno à natureza
através dos esportes de aventura. INTRODUÇÃO A busca do homem
em conquistar tempo livre para si mesmo tem uma origem historicamente
complexa dando margem a diversas interpretações que possam justificar o
modelo social vivenciado atualmente. O cenário atual mostra um quadro
preocupante diante dos fatores que nos envolvem cotidianamente. O capitalismo
vigente, a tecnologia de ponta, a competição acirrada e seletiva, além de
outros valores difundidos atualmente são responsáveis pela transformação do
homem, revelando-o um ser; individualista, possessivo e extremamente
competitivo em busca de sua ascensão pessoal. Neste sentido, o
esporte tem oportunidade de contribuir no resgate dos verdadeiros valores
humanos, proporcionar sensibilidades já não mais tão vividos e apreciados no
cotidiano, formar o elo entre o homem e si mesmo, favorecendo assim unir as
partes de um homem fragmentado ao longo dos anos por suas próprias mãos. Para
que se provoque o impacto necessário a esta reviravolta, conseguimos enxergar
na natureza a ponte para esta transformação. O surgimento de modalidades
esportivas vinculadas à natureza transporta o homem para o seu maior desafio
pessoal, pondo em jogo sua maior fortuna, a vida. Os esportes de
aventura crescem no âmbito nacional, desencadeando novas propostas de lazer
ao homem urbano. Os esportes de lazer ligados à natureza, apareceram,
permaneceram e se firmam a cada dia que passa no Brasil e no mundo,
despertando o interesse de cientistas de todas as áreas para a investigação
dos principais motivos que levam pessoas a prática desses esportes. Afirma
Costa (2000) que esses esportes são vistos como uma aventura cheia de
sentidos lúdicos que proporcionam lazer e entretenimento aos seus
participantes, principalmente pela audácia fornecida pelos “riscos calculados” e do “poder ser capaz” de realizar. Através
de técnicas precisas, o praticante torna-se autoconfiante preenchendo-se pelo
prazer de realização em ter conseguido realizá-lo por sua própria
competência. A escalada,
entra nesse contexto, viabilizando uma reflexão sobre esta nova categoria do
esporte, mostrando uma postura lúdica, livre e desafiadora do praticante. O
que o conquista de imediato, principalmente porque este esporte não comporta
a figura do perdedor, pois a vitória acontece em virtude de quem consegue
transpor seus próprios limites e chegar ao ápice de sua montanha. OBJETIVOS E
QUESTÕES DE ESTUDO Este estudo teve
como objetivo principal investigar o fenômeno da sociabilidade entre os
participantes de pequenos grupos que vivenciam a escalada como atividade de
lazer. A partir do objetivo principal foram formuladas as seguintes questões
de estudo para nortear o processo investigativo: -
Quais os principais motivos que levaram os praticantes de escalada escolherem
este esporte? -
Qual a importância do lazer na vida dessas pessoas? -
Como ocorre a sociabilidade neste grupo de praticantes de escalada? JUSTIFICATIVA A relevância
científica da pesquisa se prende ao fato de se constituir um estudo
exploratório e de permitir seu desdobramento em várias outras pesquisas. A investigação
sobre o tema esportes radicais, lazer, natureza, tem tomado corpo a partir da
década de 80 quando se passou a conceber o lazer como tempo oportuno para
recuperação da força de trabalho, sendo assim, necessário aos indivíduos
inserido no setor produtivo. A abordagem de investigação adotada neste estudo
é qualitativa, privilegiando aspectos subjetivos e vivenciais da existência
humana. Nada mais adequado, trazer para o âmbito da Educação Física uma
discussão que permeia aspectos tão próximos envolvendo-os ao mesmo tempo em
que se interagem uns com os outros, de forma que formem uma mescla de
informações, indagações e sugestões para assuntos verdadeiramente atuais e
necessários à vivência social, como: corporeidade, esporte, lazer,
entretenimento, ecoturismo e sociabilidade. Através da
mídia, percebe-se a cada dia a necessidade de conhecer mais e mais sobre a
necessidade de voltar-se à vivência em grupo, diante do caos em que a
sociedade capitalista nos fez chegar neste ápice individualista. Sociólogos
como Michel Maffesoli (1998) ressaltam neste retorno aos grupos, este resgate
aos valores sociais e humanos, a solidariedade e a cooperação, ainda que com
seqüelas dessa contemporaneidade competitiva, exclusiva e seletiva. Percebemos ser
importante que o profissional de Educação Física esteja atualizado à respeito
desta nova tendência, que se preocupa mais com a manutenção, que com os
limites do ser e, em sua maioria, considera a longevidade e não apenas a
performance. Essas informações
poderão suscitar novas questões de estudo a serem investigadas, bem como
poderão oferecer um instrumental básico para melhor compreender esta
temática. CORPOREIDADE E SOCIABILIDADE Tem-se percebido
atualmente uma tendência muito forte em referenciar a corporeidade para
justificar a presença do corpo nos seus mais diversos ambientes e situações,
de forma marcante na história pessoal e social do homem. O corpo tantas vezes
alvo de laboratório para todas as ciências, volta-se para si e para o seu
próprio conhecimento. A sociedade capitalista fez com que o homem chegasse ao
seu extremo individual e o conhecesse da forma mais competitiva que poderia
existir onde este homem viesse a competir consigo mesmo, ultrapassar os seus
próprios limites e dilacerar seu próprio organismo para isso. Para Brohm
(1978, p.59), “a sociedade atual impõe
aos indivíduos um uso rigorosamente determinado de seu organismo e define as
múltiplas relações que com ele se mantêm”. Embora estejamos falando em
corporeidade, não se trata neste momento discutir sua conceituação, apenas
mostrar como ela se expande através das diversas experiências pessoais ou
não. No entanto, cabe fazer referência a Santin (1992, p.53) quando afirma
que: “a compreensão da corporeidade através de conceitos
e definições de manuais precisa ser completada pela observação das imagens de
corpo que se constroem no imaginário social que, em última instância, são as
que determinam a vivência corporal”. A partir do
momento que o homem é considerado um produto do meio resultante de um corpo
social, não se pode tratá-lo isoladamente, mesmo que este se julgue capaz de
fazê-lo desta forma. Maffesoli (1998, p.104) afirma que “não se trata, exatamente, de auto-suficiência, mas de constante
retroação”. Isto nos faz buscar os
verdadeiros valores humanos e culturais. É através deste valor
cultural incutido historicamente que se mostra a que ponto o homem pode ter
chegado. O homem da civilização presente percebe o quanto maltratou e se distanciou
da verdadeira identidade corporal e busca, com isso, como se estivesse
acordando de um pesadelo, voltar aos seus verdadeiros valores. Buscou-se na
Sociologia o aprofundamento necessário para a compreensão do comportamento
social vivenciado em grupos. Nosso contexto político social impõe um modelo
capitalista em que se traduz a cada uma visão de competição estando implícita
a sobrevivência acirrada pela concorrência dos diversos setores sociais. De
certa forma, esta realidade nos faz crer em um individualismo inconsciente e
desenfreado que está nos tornando carentes dos valores humanos. De acordo com Maffesoli (1998, p.98), “Trata-se da expressão mais simples e mais
prospectiva da saturação do político e de seu suporte que é o
individualismo”. A fuga desta realidade atual, nos conduz à necessidade
contemporânea de resgatar esses valores humanos necessários ao convívio em
grupo. A valorização dos grupos sociais tem se destacado ou não de acordo com
as épocas e suas respectivas realizações sociais. Ressalta ainda Maffesoli
(1998, p.98) que: “Seja qual for o nome que se dê a esses
reagrupamentos: grupos de parentesco, grupos familiares, grupos secundários,
‘peer – grups’, trata-se de um tribalismo que sempre existiu, mas que,
conforme as épocas, é mais ou menos valorizado”. Para este autor,
a teoria da sociabilidade tem passado por reformulações causando a
multiplicidade de “grupos secundários”, aos quais passa a chama-los de
tribos. É a partir deste conceito que
transportamos este ideal da sociabilidade para as tribos consideradas
esportivas, caracterizadas por grupos que trilham suas aventuras em ambientes
naturais. ESPORTE E
RADICALIDADE Quando
se pensa em esporte, a atenção está voltada principalmente às práticas
esportivas estabelecidas por aqueles que se dedicam a praticar um esporte
dentro de todas as exigências institucionais, científicas e tecnológicas,
próprias da modalidade visada. O esporte geralmente não é vivenciado em sua
plenitude, mas realizado em busca de um movimento mecânico, cheio de regras,
performances, seleção, classificação e obediência total as legislações
constituem a base desse tipo de prática esportiva institucionalizada.
(Tubino, 1992) Procura-se
praticar o esporte dentro dos padrões oficiais. Na medida do possível, procura-se
a performance atlética e estética do corpo, porém, uma meta fundamental do
esporte científico e tecnológico aqui, é substituída por um alto grau de
satisfação pessoal. Neste nível não há o rigor absoluto das regras, nem a
exigência máxima do rendimento, mas também não há a liberdade plena da
brincadeira desinteressada e indiferente. O medo da morte faz com que o
indivíduo sempre esteja à procura de algo que faça valer a pena a sua vida.
Algo que lhe transmita um sentimento eterno ou que o faça imortal. Através da
morte, que se considera a única certeza da vida, o homem busca o consumo
dilacerado de produtos que lhe proporcione o divertimento e a oportunidade de
aproveitar ao máximo o seu tempo de vida para suprir inconscientemente a
angústia da certeza de morre. Os esportes radicais proporcionam este gostinho
especial de desafiar e que lhe impõe medo a vida inteira, de forma que faz
com que seus praticantes, elevados pelo pensamento de terem conseguido mais
uma proeza, continuem a vivenciar estas experiências arriscadamente
calculadas e que proporcionam tanto prazer aos seus participantes. Costa
(2000, p.20) comenta ainda que: “Valorizados pela mídia e pela indústria
do mercado como ‘os novos aventureiros’, ‘os cavaleiros do impossível’, os
praticantes desses esportes, ao se exporem a riscos calculados em suas
atividades, lançam-se numa busca desmedida de eternidade...” Embora
existam riscos reais, os adeptos desses esportes buscam na tecnologia
avançada a segurança necessária a encoraja-los sempre a mais um desafio.
Sabe-se que o risco é calculado, porém esta vertigem, põe à frente, a face da
morte valorizando o aspecto de valorização em viver. A autora compara a
vertigem dos esportes radicais, às mesmas sensações sentidas por
toxicomaníacos, alcoólatras, delinqüentes e outros. Traçando um paralelo
através do gosto em sentir tais sensações, esses esportes traduzem emoções,
sensações e contatos físicos que levam os levam a momentos de prazer intenso,
“proporcionando sentimentos de fusão
com o mundo” (p.21). Afirma ainda quando cita Le Breton (1995, p.62) que “essas sensações no corpo durante a ação
erotizam a angústia, triunfando sobre a morte, dissipando o medo e provocando
o prazer” (p.21). Desta
forma, os esportes radicais tem tomado conta do mercado tecnológico,
comercial, televisivo e agora profissional. Cabe ao profissional de Educação
Física atualizar-se e adentrar este mercado tão promissor e que aqui no
Brasil encontra tanto campo para o seu desenvolvimento. METODOLOGIA Este estudo
caracterizou-se como uma pesquisa de natureza descritivo – interpretativa,
com ênfase na observação participante utilizando como instrumento para coleta
de dados a entrevista semi-estruturada.
O grupo investigado foi constituído por 5 (cinco) pessoas praticantes de
escalada em rochas da região Potiguar. Essas pessoas tiveram experiências em
grupo, significativamente gratificantes com a escalada e estiveram dispostas
a contribuir com um diálogo aberto sobre o vivenciado. Como fonte de
dados foram utilizados documentos significantes constituídos por reportagens
de jornais e TVs, fotos e sites da internet e, o testemunho oral. A forma de
registro utilizada foi a gravação em fita cassete, o que permite uma maior
riqueza de informações para o estudo, já que, ao transcrever-se as
entrevistas, há bastante atenção na transcrição íntegra, inclusive com erros
lingüísticos, vícios de linguagem e gírias. CONCLUSÕES Em
decorrência das análises e interpretações realizadas, evidenciaram-se alguns
pontos importantes que poderão possibilitar futuras discussões a respeito do
lazer na sociedade contemporânea e do desenvolvimento dos esportes radicais
no Brasil. Nesse sentido, concluímos que: -
O grupo de escaladores pesquisado revela um novo
perfil social preocupado significativamente com a qualidade de vida pessoal,
social e ambiental, referenciando a natureza como ponto de partida à
preservação do próprio homem e sua descendência; -
Considera-se lazer uma conquista necessária tanto
pessoal, social como ambiental, fazendo com que os praticantes de escalada
atribuam ao tempo livre, momentos de crescimento individual e coletivo,
resgatando a cultura, a arte e estimulando o intelecto a razões construtivas; -
A escalada como esporte de aventura proporciona aos
seus praticantes um retorno a natureza, despertando para a sua importância,
propiciando assim uma reflexão sobre a reciprocidade da relação do homem com
o meio ambiente; -
A escalada favorece as relações de amizade, regadas
pela simplicidade e sinceridade, proporcionando uma exaltação da autoconfiança,
auto-estima, liberdade e sobre tudo satisfação pessoal; -
O crescimento acentuado dos esportes de aventura tem
proporcionado o aparecimento de profissionais não qualificados para este fim,
dificultando o controle por parte das associações e federações responsáveis
em restringir a quantidade e melhorar a qualidade de serviços oferecidos à
população; -
Com o crescimento e divulgação dos esportes de
aventura, cresce a cada dia a atividade de ecoturismo em todo o território
nacional em virtude do significativo potencial das áreas naturais que
propiciam as mais diversas modalidades esportivas e de aventura. REFERÊNCIA
BIBLIOGRÁFICA Almeida Júnior,
A . R. (1998). A idéia de corpo: suas
relações com a natureza e os assuntos humanos. In Cavalcanti, C. Desenvolvimento sustentável e natureza:
estudos para uma sociedade sustentável. São Paulo: Cortez/ Fundação
Joaquim Nabuco. Araújo, Ângela
(Org.) (1997). Trabalho, cultura e
cidadania. São Paulo: Scrita. Brohm, J. M.
(1978). La investigación Del cuerpo:
sublimación y desublimación repressiva. In Berthaud, G. e Brohm, J. M.
(Orgs) Deporte, cultura y represión. Barcelona: Gustavo Gili S/A Bruhns, H. T.
(1997). Lazer e Esporte: O caso da
caminhada e da corrida. In IX Encontro Nacional de Lazer e Recreação.
Belo Horizonte: UFMG/EEF/CELAR. ______________
(1997). O corpo visitando a natureza:
possibilidades de um diálogo crítico.In Serrano, C. M. T. e Bruhns, H. T.
(orgs) Viagens à natureza: turismo,
cultura e ambiente. Campinas, SP: Papirus. ______________
(1997). Introdução aos estudos do
lazer. Campinas – SP /1ª Ed. Camargo, L. O .
L. (1992). O que é lazer. (3rd Ed). São Paulo: Brasiliense. Cavalcanti, K.
B. (1996). Lazer, estilo de vida e
longevidade. Movimento, 1996, 5 (2), p. 38-43. Cavichiolli, F. Lazer e processo civilizador: uma reflexão
preliminar em Norbert Elias. In: Encontro Nacional de Recreação e Lazer
(Foz do Iguaçu – PR, 1999). Costa, V. L.
(2000). Esportes de aventura e risco na
montanha: um mergulho no Imaginário. 1ª ed. Manole. São Paulo - SP Csikszentmihalyi,
M. (1992). A psicologia da felicidade (D.
M. Bolonha Trad.). São Paulo: Saraiva. Daólio, j.
(1995). Da cultura do corpo.
Campinas: Papirus. De Masi,
Domenico. (2000). O ócio criativo.
Rio de Janeiro: Sextante. Dumazedier, J.
(1980). Valores e conteúdos culturais
do lazer. São Paulo, Sesc. ________________(1976). Questionamento teórico do lazer.
Porto Alegre: Emma/PUC. Featherstone, M.
(1974). O curso da vida: corpo, cultura e imagens do processo de
envelhecimento. In DEBERT, G. G. (org) Textos didáticos Nº 13,
Campinas : IFCH/UNICAMP. Furtado, Celso.
(1999). O capitalismo global. 3 ed.
São Paulo: Paz e terra. Gil, A . C.
(1988). Como elaborar projeto de
pesquisa. São Paulo: Atlas. Haguette, T. M.
F. (1992). Metodologias qualitativas na
sociologia. Petrópolis: Vozes. Ianni, Octávio.
(1992). A sociedade global. 2 ed.
Rio de Janeiro: Civilização Brasileira. Lafargue, P.
(1980). O direito a preguiça. São
Paulo: Kairós. Lepargneur, H.
(1994). Consciência, corpo e mente. Campinas,
SP: Papirus. Ludke, M. &
André, M. E. D. A .(1986). Pesquisa em
educação abordagens qualitativas. São Paulo: EPU Maffesoli, M.
(1998). O tempo das tribos: o declínio
do individualismo nas sociedades de massa. Apresentação de Luiz Baeta
Neves, tradução de Maria de Lourdes Menezes; revisão técnica de Armo Vogel –
2.ed – Rio de Janeiro: Forense Universitária. Marcelino, N. C.
(1983). Lazer e humanização. Campinas,
SP: Papirus. Marcelino, N. C.
(1996). Estudos do lazer: uma
introdução. Campinas, SP: Autores Associados. _________________
(1995). Lazer e educação. Campinas
– SP/ 3ª ed. : Papirus. Martin,
Hans-Peter, Schumann, H. (1999). A
armadilha da globalização: o assalto à democracia e ao bem – estar social.
5. Ed. São Paulo: Globo. Montanhismo. www.webventure.com.br Montanhismo. www.adventure.com.br Nunes, Alceu
Chiesorin (1998). Subindo paredes.
Revista Super Interessante. Edição: Março/ São Paulo. Requião, C.
(1991). Manual do excursionista.
São Paulo: Nobel. Richardson, R.
J. (1985). Pesquisa Social, métodos e
técnicas. São Paulo: Atlas Santin,
S. (1994) Educação Física: da alegria do lúdico à opressão do rendimento.
Porto Alegre: Sulian Santin,
S. (1992) Perspectivas na visão da corporeidade. In Wagner W. Moreira (org.).Educação física & esportes:
perspectivas para o século XXI. Campinas: Papirus. Super
Interessante . Subindo paredes. Ano 12, nº 3,
março – 1998). Tubino,
M. S. G.(1992) Dimensões Sociais do Esporte. São
Paulo: Cortez: Autores Associados. Seaborg, E.
& Dudley, E. (1994). Hiking and
Backpacking. Champaing: Human Kentics. Serrano, C. M.
T. & Bruhns, H. T. (1997). Viagens
a natureza – turismo, cultura e ambiente. Campinas, SP: Papirus. Veblen, t.
(1965). Teoria da classe ociosa.
São Paulo: Biblioteca Pioneira. Villaverde, S.
M. (1998). Corporeidade e a questão do
uso recreativo da canabis sativa. Monografia apresentada ao departamento
de educação física da UFRN. Natal – RN. Lanfant, M. F.
(1972). Les théories du loisir. Paris:PUF. Western, D.
(1995). Definindo ecoturismo.
Ecoturismo – um guia para planejamento
e gestão. São Paulo: SENAC. |
|
|
| Red Latinoamericana de Recreación
y Tiempo Libre | Red Nacional de Recreación |
|
|
Fundación Colombiana de Tiempo Libre y
Recreación / FUNLIBRE |
|
[1] R. Raimundo Filgueira, 2083, Dix-Sept Rosado – Natal/RN Lic. E. F. – BACOR - UFRN
59062-040 Fone: (84) 223-6236 taisesoares@hotmail.com
[2] R. Valter Fernandes, 1935 – Capim Macio / Natal-RN Drª - DEF - BACOR - UFRN
Tele/fax: (84) 642 2098 kbc@eol.com.br