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La importancia de jugar y de la educación para el ocio y la recreación en escuelas de educación infantil. A IMPORTÂNCIA DO BRINCAR E DA
EDUCAÇÃO PARA O LAZER EM ESCOLAS DE EDUCAÇÃO INFANTIL Fernando
Henrique Soares de Oliveira[1] 14 ENAREL. 13 a 16 de Noviembre de 2002. UNISC. Santa Cruz do Sul – RS. Brasil. |
RESUMEN
Este trabajo
tiene por objetivo discutir la real importancia de jugar en las escuelas de
Educación Infantil y se justifica por el hecho que el jugar, la niñez y el placer
son indisolubles. Se analizaron los equipamientos de ocio y recreación existentes,
las oportunidades de ocio y recreación ofrecidas, el manejo del tiempo en la rutina
diaria y el planeamiento espacial de las escuelas de Educación Infantil en la
ciudad de Sao Paulo. Se confrontó el proyecto pedagógico con las actividades
de ocio y recreación existentes. A través de una revisión bibliográfica sobre
obras y artículos que contemplasen la importancia del jugar, las definiciones
de ocio y recreación, el papel social de la escuela y las distinciones entre educación
para el ocio y la recreación y educación para el trabajo, se pudo observar de
que manera las escolas de educación infantil vienen tratando la fundamental cuestión
del ocio y la recreación. Fueron identificadas la negación del ocio, la
pedagogización del jugar y una visión totalmente utilitarista, aunque muchas
formas lúdicas de educar también se hicieron presentes, mas infelizmente en la
mayoría de las veces dentro de las aulas de clase. RESUMO
Este trabalho
teve por objetivo discutir a real importância do brincar em escolas de
Educação Infantil e justifica-se pelo fato do brincar, a criança e o prazer
serem indissolúveis. Analisou-se os equipamentos de lazer existentes, as
oportunidades de lazer oferecidas, o manejo do tempo na rotina diária e o
planejamento espacial de escolas de Educação Infantil na cidade de São Paulo.
Confrontou-se o projeto pedagógico com as atividades de lazer existentes.
Através de uma revisão bibliográfica sobre obras e artigos que contemplassem
a importância do brincar, as definições de lazer, o papel social da escola e
as distinções entre educação para o lazer e educação para o trabalho, pode-se
observar de que maneira as escolas de educação infantil vêm tratando a
fundamental questão do lazer. Foram identificadas a negação do ócio, a
pedagogização do brincar e uma visão totalmente utilitarista, embora muitas
formas lúdicas de se educar também se fizeram presentes, mas infelizmente na
maioria das vezes dentro das salas de aula.. INTRODUÇÃO No âmbito
escolar, a educação para o lazer é muito pouco discutida. Por se tratar de
uma cidade que exporta modelos para todo o Brasil, São Paulo tem a obrigação
de oferecer uma educação comprometida com as reais necessidades do cidadão.
Esta educação passa pelo oferecimento de maiores oportunidades de lazer, por
diversificação cultural destas oportunidades, pelo resgate ou aprendizado da
receptividade incondicional, por encontrar formas mais lúdicas de se educar e
de se trabalhar, pelo direito ao ócio e principalmente por se mostrar
claramente a importância de uma vida equilibrada entre trabalho, educação, lazer
e família. Foi intenção
deste trabalho visitar diversos autores que discutem a problemática do lazer
e a importância do brincar, procurando encontrar parâmetros para observação
da aplicação do brincar em escolas de educação infantil, bem como compreender
as formas encontradas na rotina escolar que estejam vinculadas à educação
para o lazer ou educação para o trabalho. A faixa etária de zero a seis anos
foi escolhida devido à fundamental importância da base de conhecimento e
formação que se agrega diariamente a estes pequenos indivíduos e à riqueza de
experiências e necessidade de interação que crianças com esta idade têm. Ao observar
algumas escolas particulares de educação infantil, analisou-se a linha
pedagógica da escola, a forma de se lidar com o tempo e espaço, a importância
do brincar contemplado no projeto pedagógico e na praxe diária. Para tanto,
buscou-se conceituação de educação para o lazer e educação para o trabalho,
analisou-se a base teórica das principais tendências pedagógicas e aleatoriamente
escolheu-se três escolas que possuem regularmente curso de educação infantil
e que ofereceram possibilidade de observação da sua rotina escolar. Uma análise
bibliográfica sobre o brincar e suas implicações na escola também foi
necessária, visitando inclusive os escritos de algumas associações que
reconhecidamente lutam pelos direitos da criança brincar. Algumas
perguntas que este trabalho procurou responder são: quais as oportunidades de
lazer oferecidas por estas escolas?
Existe espaço físico adequado e equipamentos de lazer adequados para
vivência destas oportunidades? O lazer e o brincar estão contemplados na
rotina escolar? Através da observação da rotina nas três escolas visitadas,
estas questões puderam ser avaliadas e juntamente com a análise de todo
material bibliográfico serão discutidos durante todo o trabalho. As escolas
visitadas são particulares, atendem outros cursos regulares além da educação
infantil, têm mais de 30 anos e tradição em sua cidade de origem e foram:
Colégio Pentágono[2], Colégio
São Domingos[3] e Colégio
Oswald de Andrade Caravelas[4],
todas da região oeste da Cidade de São Paulo. DESENVOLVIMENTO METODOLOGIA Este trabalho
teve como metodologia além da revisão bibliográfica de autores da área do
lazer, do brincar e da educação, a observação na rotina das três escolas
particulares citadas acima que mantém cursos regulares de educação infantil.
A observação norteou a rotina escolar destas instituições com acompanhamento
de uma classe ou grupo escolar durante um período letivo. As crianças destas
turmas tinham entre 4 e 6 anos de idade e foram informadas da observação. Foi
utilizado o método do observação não-participante. Foram analisados os projetos pedagógicos e a tendência
pedagógica utilizada pelas escolas de acordo com classificação de Libâneo.
(LIBÂNEO,1999) Toda a análise realizada teve como foco o brincar, a sua contemplação na rotina escolar, o
aproveitamento do espaço físico e do tempo, os equipamentos e as
oportunidades de lazer oferecidos. DEFINIÇÃO DE
LAZER O termo lazer
vem do latim licere e significa ser
permitido segundo Luiz Octávio de Lima Camargo. Surgiu na civilização romana
já como oposto do trabalho. Os únicos deveres da época eram a política e
atividade militar. A palavra trabalho segundo o mesmo autor origina-se no
latim como tripalium, que nada mais
era que um instrumento de tortura. Já a palavra negócio significa a oposição
ao lazer, nada de ócio, no latim nec-otium.
(CAMARGO, 1999) Por ser uma
ciência contemporânea, muitas definições e muito debate sobre o tema se fazem
presentes. O brasileiro
Marcellino acentua a importância do “caráter desinteressado”[5]
para realmente haver a vivência do lazer e define lazer como: “...a cultura vivenciada (praticada,
fruída ou conhecida) no tempo disponível das obrigações profissionais,
escolares, familiares, sociais, combinando os aspectos tempo e atitude”
(MARCELLINO, 1999:15). As definições de
Camargo e Cavallari também utilizam o conceito de utilização de tempo livre.
Para Cavallari, lazer é o “...estado de
espírito em que o ser humano se coloca instintivamente (não deliberadamente),
dentro do seu tempo livre, em busca do lúdico (diversão, alegria,
entretenimento).” (CAVALLARI, 2000:15). Para Camargo, “...lazer é a forma mais buscada de
ocupação desse tempo livre, seja para se divertir, seja para repousar, seja
para se autodesenvolver por meio da conversa, da leitura, do esporte, etc.”
(CAMARGO,1999:33) A definição
considerada por este estudo como mais abrangente e principalmente por ter
servido de base para o estudo de diversos sociólogos do trabalho e do lazer é
a de Joffre Dumazedier: “Lazer é um
conjunto de ocupações às quais o indivíduo pode entregar-se de livre vontade,
seja para repousar, seja para divertir-se, recrear-se e entreter-se, ou ainda
para desenvolver sua informação ou formação desinteressada, sua participação
social voluntária ou sua livre capacidade criadora após livrar-se ou
desembaraçar-se das obrigações profissionais, familiares e sociais”.
(DUMAZEDIER, 1980 ) EDUCAÇÃO PARA O LAZER X EDUCAÇÃO PARA O TRABALHO Ainda o trabalho
é mais importante que o lúdico . Mas segundo Camargo as pessoas já pensam em “trabalhar para viver” e não somente “viver para trabalhar”. (CAMARGO,
1999) Segundo o autor
em seu livro “Educação para o lazer”,
as duas dimensões do homem são igualmente importantes e exigem cuidados. O faber[6]
denota a necessidade de sermos úteis e o ludens[7]
a necessidade introspectiva de vivenciar um lazer criativo. Negar um desse lados significa a não
compreensão e até o comprometimento da
condição humana e da nossa saúde, ainda com as idéias de Camargo. Não pensar
somente em lazer esquecendo-se totalmente da disciplina e a rotina mínima de
um trabalho, nem colocar o trabalho como objetivo único da vida, relegando a
um segundo plano a família e os anseios pessoais. (CAMARGO, 1999) Um argumento
fundamental levantado por Camargo que denota a importância da educação para o
lazer é o fato de o homo ludens
vir primeiro que o faber. É só observar o bebê na sua
primeira infância. Deste homo ludens,
pouco a pouco nasce o faber. Por
que então castrarmos a nossa natureza ludens
com o passar dos anos de um indivíduo. (CAMARGO, 1999) Enquanto aumenta
o tempo livre, a educação familiar e escolar continuam a privilegiar a
preparação do jovem para o trabalho. Cada pessoa em 2015 terá 400.000 horas
anuais, segundo o mesmo autor. O trabalho oferece, sobretudo, a possibilidade
de realização prática, de ganho, de prestígio e de poder. O ócio oferece,
sobretudo, a possibilidade de introspecção, de brincadeira, de convívio, de
amizade e de amor. Com programas pedagógicos centrados no fazer, a escola
forma os jovens para o pouco trabalho que lhes resta, ao invés de formá-los
para o muito tempo livre que acabarão por dispor. (DE MASI, 2000) Camargo
também cita o aumento de um tempo livre que não atrapalhe a cadeia produtiva:
“....tornar as pessoas mais aptas para
desfrutar adequadamente de um tempo livre novo, criado pela primeira vez na
história da civilização, que não acarreta perdas na produção econômica e traz
ganhos à qualidade de vida.” (CAMARGO,1999:13) A educação para
o trabalho estimulada pela família e aplicada pela escola sem dúvida nenhuma
tem sua importância. Agora não educar-se
para o lazer é no mínimo um contra-senso, levando em conta a natureza
hedonística do homem. Aproveitando-se
das idéias de De Masi, uma formação
total deveria contemplar o mesmo tempo para o trabalho, para o estudo e para
o tempo livre, porque a vida de todo adulto que exerce atividades
intelectuais é a intersecção
complementar destas três formas. (DE MASI, 2001) O BRINCAR E
A ESCOLA Segundo Nylse
Helena Silva Cunha, é importante brincar porque a criança sem medo de errar,
adquire conhecimento espontaneamente e com prazer. Desenvolve-se a
sociabilidade, aprende-se a conviver com o próximo, aprende-se a trabalhar em
equipe, a aceitar diferenças. Ao possuir motivação intrínseca, exercita-se as
potencialidades com plenitude e os desafios tornam-se parte natural da vida e
vontade em vencê-los um exercício.“Brincando
a criança está nutrindo sua vida interior, descobrindo sua vocação e buscando
um sentido para sua vida” (CUNHA,2001:13) O que a criança
realmente precisa é o reconhecimento do seu tempo livre, de espaço, recursos
adequados para que seus interesses possam ser desenvolvidos, não ser
livremente explorada pelos meios de comunicação de massa. Desta maneira,
através do brincar, que é um direito seu, ela pode se nutrir. Na convenção
sobre os direitos da criança realizada em assembléia geral pelas Nações
Unidas em 1989 garante-se pelo artigo 31 o que se segue:”Os Estados Partes reconhecem o direito da criança ao descanso e ao
lazer, ao divertimento e às atividades recreativas próprias da idade, bem
como à livre participação na vida cultural e artística.“ “Os Estados Partes
promoverão oportunidades adequadas para que a criança, em condições de
igualdade, participe plenamente da vida cultural, artística, recreativa e de
lazer”. (UNICEF,2002) “No brincar , casam-se a espontaneidade e a
criatividade com a progressiva aceitação das regras sociais e morais. Em
outras palavras, é brincando que a criança se humaniza, aprendendo a
conciliar de forma efetiva a afirmação de si mesma à criação de vínculos
afetivos duradouros.” (OLIVEIRA, 2001: 43) O papel do
brincar na educação da criança é fundamental. A vivência instantânea
provocada pelo brincar dá a chance da criança exteriorizar seus sentimentos,
exercitar sua iniciativa, assumir a responsabilidade por seus atos. Através
da brincadeira, a criança aprende a viver, trabalha sua auto-estima. Cabe à escola
criar condições de expressão e de comunicação para que a criança através do
brincar, tenha uma visão consciente do seu mundo. Tem também o papel de
auxiliar pais e mães na compreensão dos reais benefícios do brincar. A
parceria entre escola e paternidade comprometidas é uma grande garantia de
crescimento e desenvolvimento integral e pleno da criança. ANÁLISE As três escolas
observadas demonstraram não se preocupar com o deslocamento de seus alunos.
Quando as crianças brincam, ou as professoras estão na sala dos professores
ou estão apenas observando sem interação. O sinal sonoro que separa as aulas
termina de forma abrupta com brincadeiras que estão no seu auge de
participação coletiva. Algumas crianças se recusam a participar de alguns trabalhos
escolares, e aqui cabe ressaltar Aquino: “Toda recusa ao trabalho escolar
comporta uma espécie de mal-estar institucional. Ou melhor, deveria
comportar.” (AQUINO,1997:108) Não se constatou a presença de espaços
planejados para brincar tais como brinquedotecas. Apenas no Colégio Pentágono
existe um projeto muito interessante que chamado de ‘Centro de Avanço’ que é
um espaço previamente preparado com experiências e brincadeiras onde as
crianças brincam livremente. Os equipamentos de lazer externos são mínimos
limitando-se à parques pequenos com muito pouca natureza, tanques de areia e
brinquedos de plásticos. Alguns equipamentos são muito interessantes mas
ficam restritos às quadras e às salas de aula, onde são ministradas aulas de
educação física, de música, de inglês e de informática. Aproveitando-se da
idéia de Wajskop, há uma pedagogização do lúdico. (WAJSKOP, 2001) As
avaliações são realizadas por meio de relatórios que identificam se a criança
está em sua fase correta de desenvolvimento psico-motor e cognitivo. O
brincar é levado em consideração apenas em atividades da rotina diária tais
como nos momentos de “faz-de-conta”, nas aulas de contação de história, nos
rituais de roda e de música. CONCLUSÃO Por mais que o
brincar esteja implícito no planejamento escolar e faça parte da rotina
diária nos ambientes observados, constatou-se um brincar organizado e
estimulado pelas professoras. Muitas vezes as brincadeiras que se iniciavam
naturalmente eram interrompidas por não constarem na programação daquele
momento. Os espaços físicos e o tempo não são pensados em função do brincar.
As escolas observadas privilegiam a educação para o trabalho constando
inclusive em seus projetos pedagógicos exaltações ao tema. Os equipamentos de
lazer são deficitários e não se identificou nenhum tipo de planejamento ou
assessoria profissional para instalação dos mesmos. Cabe ressaltar
que apesar de estarem em sala de aulas, a maioria das ações privilegiaram o
lúdico, mas como explanado acima, de forma pedagogizada e totalmente
organizada onde infelizmente a construção espontânea do conhecimento fica em
segundo plano. A brincadeira
demanda tempo e espaço não conhecidos previamente. Se os limites são
colocados de maneira abrupta, se perde toda a nutrição que o brincar proporciona.
e a sedução para se conseguir realizar uma tarefa acaba corrompendo o aspecto
intrínseco da brincadeira. Somente ao longo da brincadeira, quando os novos
significados vão surgindo é que realmente a construção do saber passa a ter
sentido. Não que as salas de aula tenham de ser abolidas, mas uma reflexão
sobre o espaço para o brincar é fundamental. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ALVES, Rubens. A
escola que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir. Campinas-SP:
Ed.Papirus, 2001. AQUINO, Julio
Groppa. Erro e fracasso na escola. São Paulo: Ed. Summus, 1997. CAVALLARI,
Vinicius Ricardo & CAVALLARI, Vany Zacharias. Trabalhando com recreação.
São Paulo: Ed.Ícone, 2000. CAMARGO, Luiz
Octávio de Lima. Educação para o Lazer. São Paulo: Ed.Moderna, 1999. CUNHA, Nylse
Helena Silva. Brinquedoteca: um mergulho no brincar. São Paulo: Ed. Vetor,
2001. DELORS, Jacques
(coord.). Educação: um tesouro a descobrir. São Paulo: Ed.Cortez, 2001. DE MASI,
Domenico. Desenvolvimento sem trabalho. São Paulo: Ed.Esfera, 1999. _________________.Ócio
criativo. Rio de Janeiro: Ed. Sextante, 2000a. _________________.
“Perspectivas para o trabalho e o tempo livre”..In: Lazer numa sociedade globalizada. SESC/WRLA, São Paulo: 2000b,
pp. 121-137. _________________.
A Economia do Ócio. Rio de Janeiro: Ed. Sextante, 2001. _________________.
Se a vida sofre mudanças, também a
escola deve mudar. 17/05/2001 Disponível em: http://www.revistadigital.com.br/caderno_especial.asp?CodMateria=70. Acesso em: 03/10/2002. DUMAZEDIER,
Jofre. A teoria sociológica da decisão. São Paulo: SESC, 1980. __________________.
Valores e conteúdos culturais do lazer. São Paulo: SESC, 1980. __________________.
Sociologia empírica do lazer. São Paulo: Ed. Perspectiva, 1999. GOLEMAN, Daniel.
Espírito criativo. São Paulo: Ed.Cultrix, 2001 LIBÂNEO, José
Carlos. Didática. São Paulo: Ed.Cortez, 1999. MARCELLINO,
Nelson Carvalho. Lazer e Humanização. Campinas: Ed. Papirus, 1998. NEILL, A. S.
Liberdade sem excesso. São Paulo: Ed.Ibrasa, 1969 OLIVEIRA, Vera
Barros de (org.) O brincar e a criança de 0 a 6 anos de idade. Petrópolis-RJ:
Ed.Vozes, 2000. SUMMERHILL.
Summerhill. s/d.Disponível em: http://www.s-hill.demon.co.uk
Acesso em: 08/09/2002 UNICEF. Convenção
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. Acesso em: 12/10/2002. WAJSKOP, Gisela.
Brincar na pré-escola. São Paulo: Ed.Cortez, 2001. |
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Red Latinoamericana de Recreación
y Tiempo Libre | Red Nacional de Recreación |
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Fundación Colombiana de Tiempo Libre y
Recreación / FUNLIBRE |
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[1] Graduado em Educação Física pela UNIFMU-SP, especialização em Administração e Organização de Eventos pelo Senac – Ceatel – SP, pós-graduando em Lazer e Animação Sociocultural pelo Senac – Ceatel – SP . Atua na área de projetos de lazer, brinquedoteca, acantonamento e animação sociocultural pela Himalaia Eventos e Lazer. Rua Ministro Gastão Mesquita, 250, ap.108 – São Paulo – SP – CEP 05002-062. fonefax: (0xx11-3873-7772 E-mail: fernando@himalaia.com.br
[2] Localizado em São
Paulo-SP no bairro das Perdizes – Unidade de Educação Infantil - Rua Bartira,
238 – tel:(0xx11) 3865-3988.
[3] Localizado em São
Paulo-SP no bairro das Perdizes – Rua Monte Alegre, 1083 – tel: (0xx11)
3876-0488.
[4] Localizado em São Paulo-SP no bairro da Vila Madalena – Rua Girassol,
913 – tel : (0xx11)3813-3054
[5]
caráter desinteressado significa não impor nenhum fim ao lazer, seja ele
ideológico, lucrativo ou utilitário. É o lazer pelo lazer.
[6] do latim, significa trabalhar.
[7] do latim significa brincar.