Contextualización y tipificación de los Grupos de Capoeira de la ciudad de Viçosa:

Aspectos sociales y lúdicos de una práctica.

 

CONTEXTUALIZAÇÃO E TIPIFICAÇÃO DOS GRUPOS DE CAPOEIRA DA CIDADE DE VIÇOSA:

ASPECTOS SOCIAIS E LÚDICOS DE UMA PRÁTICA

 

Nara Ignácio[1]

 José Jairo Vieira[2]

14 ENAREL. 13 a 16 de Noviembre de 2002.

UNISC. Santa Cruz do Sul – RS. Brasil.

 

 

 

RESUMEN

Este trabajo tiene por objetivo analizar la práctica de la capoeira en la ciudad de Viçosa en Minas Gerais. Para el efecto, fue realizado un trabajo de campo junto a los grupos de capoeira de la ciudad. La recolección de datos en esta fase de la investigación fue realizada a través da observación directa y de entrevistas. De esta forma, fueron detectadas las principales características de estos grupos, tales como: perfil del profesor o maestro, frecuencia de actividades, composición socio-económica de los alumnos, tiempo de existencia de  cada grupo, etc. El referencial teórico y analítico utilizado tanto en la observación directa como en el análisis de los datos es de la antropología interpretativa (Geertz, 1978).  Las primeras sistematizaciones evidencian la existencia de alumnos de bajo poder adquisitivo en 05 de los grupos analizados en cuanto 03 son constituidos por alumnos de clase media, en su mayoría pertenecientes a la UFV; 05 de los profesores no tienen formación universitaria en cuanto 03 son alumnos de la universidad; 07 grupos practican  la capoeira regional o contemporánea en cuanto 01 practica la capoeira de angola tradicional; 02 grupos son liderados por mujeres; ningún profesor ve la capoeira como fuente de ingreso y sí como continuación y transmisión de  valores culturales. Se concluye de allí que la capoeira en este sitio asume mas la forma de una actividad lúdica repleta de significados culturales que una actividad deportiva volcada para el desempeño y el rendimiento.

 

RESUMO

Este trabalho teve por analisar a prática da capoeira na cidade de Viçosa em Minas Gerais. Para tanto, foi realizado um trabalho de campo junto aos grupos de capoeira da cidade. A coleta de dados nesta fase da pesquisa foi realizada através da observação direta e de entrevistas. Desta forma, foram detectados as principais características destes grupos, tais como: perfil do professor ou mestre, freqüência de atividades, composição socio-econômica dos alunos, tempo de existência de  cada grupo, etc. O referencial teórico e analítico utilizado tanto na observação direta quanto na análise dos dados esta sendo a antropologia interpretativa (Geertz, 1978).  As primeiras sistematizações evidenciam a existência de alunos de baixo poder aquisitivo em 05 dos grupos analisados enquanto 03 são constituídos por alunos de classe média, em sua maioria pertencentes à UFV; 05 dos professores não têm formação universitária enquanto 03 são alunos da universidade; 07 grupos praticam  a capoeira regional ou contemporânea enquanto 01 pratica a capoeira de angola tradicional; 02 grupos são liderados por mulheres; nenhum professor vê a capoeira como fonte de renda e sim como continuação e transmissão de  valores culturais. Conclui-se daí que capoeira neste local assume mais a forma de uma atividade lúdica repleta de significados culturais do que uma atividade esportiva voltada para a performance e o rendimento.

 

 

INTRODUÇÃO

A  capoeira é a típica expressão de cultura brasileira. Desta forma deve ser analisada preservando seus aspectos e características como uma arte em que o homem conversa através do corpo, usando este como veículo de transmissão de valores, ou seja, de leis, normas e condutas da sociedade na qual esta inserida.

Na cidade de Viçosa a capoeira é vista como uma das raras alternativas de lazer para estudantes universitários e, principalmente, crianças e adolescentes carentes. Por tanto, ao invés de priorizar seus aspectos mais desportivos, os seus praticantes costumam dar ênfase ao teor lúdico desta atividade.

Este estudo tem por objetivo contextualizar os grupos praticantes de capoeira desta cidade. Neste sentido estaremos analisando suas especificidades, tais como: perfil de alunos e professores, relações de gênero, capoeira lúdica em contraposição a capoeira esportiva, etc.

Para tanto foi realizado um trabalho de campo, onde as formas privilegiadas de coleta de dados foram a observação direta e entrevistas com os responsáveis pelos grupos de capoeira, foram detectados oito grupos, porém apenas sete lideres foram entrevistados.

De uma forma inicial procurou-se seguir no campo o Geertz (1978) define como uma descrição densa da cultura ou dos valores ou aspectos sociais da capoeira. A pesquisadora em questão passou a praticar a capoeira com um dos grupos para ter acesso a mecanismos e percepções que são possíveis e acessíveis apenas a quem esta dentro do processo ou prática analisada.

Com isto o que se segue é justamente uma exposição inicial desta tipificação e caracterização dos grupos levantados e analisados, as opiniões e visões são expostas livremente como uma forma de se procurar entrar na lógica e pensamento destes grupos.

 

OS GRUPOS DE CAPOEIRA DE VIÇOSA E SUAS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS

Os grupos de capoeira da cidade somam aproximadamente 550 praticantes, reunindo do primeiro ao último grupo, respectivamente, 35, 60, 110, 30, 80, 45 e 220 integrantes.

Com relação ao perfil sócio-econômico dos alunos varia pouco encontrou-se que no primeiro grupo a maioria são estudantes, mais a professora deste grupo estagia em escolas da região dando aula de educação física, e para estes alunos ela da aula de capoeira; no segundo grupo é  variado, tem estudantes universitários até “pessoas que precisam de casa para morar” mas que tem na capoeira uma forma de lazer educativo e uma alternativa de ocupar o tempo ocioso com atividades culturais; no terceiro grupo todos os alunos são carentes e “o momento mais feliz dessas crianças e adolescentes é quando elas estão praticando capoeira”; no quarto os integrantes são todos universitários que voltam o seu tempo livre para a capoeira como forma de distração e uma opção de prática esportiva; no quinto grupo todos os alunos são carentes e mais uma vez a capoeira é uma forma de aplicação do “lúdico educativo”; no sexto grupo são também crianças carentes , filhos de funcionários públicos e que fazem parte do sindicato de trabalhadores de Viçosa; no último grupo todos são carentes onde o mestre vê e passa a capoeira para eles como forma de cultura, dança, brincadeira, saúde e educação.

Sobre o perfil racial dos alunos temos que a presença negra se faz perceber em todas sendo que ela é maioria apenas em dois grupos. Quanto maior o poder aquisitivo ou grau de escolaridade dos integrantes do grupo menor é a participação de negros.

Em relação ao número de rodas de capoeira cada grupo faz em média por semana tivemos que todos os grupos realizam uma roda por semana na sua própria academia[3] e dois destes grupos realizam , cada um, uma roda na praça Silviano Brandão (no centro da cidade) toda sexta-feira à noite e o outro grupo realiza uma roda sábado de manhã no calçadão de Viçosa.

Os dois grupos que realizam essas rodas fora da academia tem o intuito de divulgar a capoeira, para que capoeiristas de diversos grupos ou pessoas que nunca jogaram capoeira possam participar ou ,aquelas que não praticam, se interessem por tal arte, além disso, essas rodas fora da academia fogem da rotina diária em um ambiente fechado e os grupos passam a explorar o espaço urbano. O bom da capoeira é que ela não precisa de equipamentos específicos para a realização de sua prática.

A capoeira tem rito de iniciação e passagem de graduação denominado de batizado. Este rito é realizado uma vez por ano por todos os grupos. Estes batizados ou  “Festa do calouro”, foi criado por mestre Bimba na década de 30, como ele mesmo afirma, tem uma importância fundamental de interação do mundo da capoeira (Soares,2001). Nesses batizados são realizadas trocas informação e experiências, é o evento em que o calouro recebe seu “nome de guerra”, onde o graduado troca de corda ou cordel. É um momento de alegria onde os mestres e professores demonstram seu trabalho realizado ao longo de um ano, é a ocasião em que a diversão é evidenciada. Para todos eles é uma reunião alegre de comemoração da capoeira como cultura, esporte e lazer.

Quando questionados a respeito de suas visões ou “filosofias” os mestres responderam da seguinte forma. A professora do primeiro grupo vê a capoeira como história,  filosofia de vida, sentimento de brasilidade, música, dança, jogo, ritmo,amor, poesia educação , cultura, forma de união entre as pessoas e cultivo de amizade, é arte de brincar com o nosso próprio corpo no tempo e espaço; o segundo grupo vê a capoeira como trabalho onde é a fonte principal de sucesso e ajudar os outros sempre que possível; no terceiro grupo o professor transmite para os seus alunos que não arrumem confusão na rua, evitar ambientes ruins, drogas e manter o nome da capoeira limpo; o quarto grupo tem por objetivo a capoeira como a forma de resgate da cultura brasileira, uma forma de prática esportiva e lazer; o quinto diz que ser capoeira é ser honesto, humilde, o professor pede para seus alunos que se tenham um bom comportamento para manter o nome a credibilidade da capoeira; o sexto vê na capoeira uma fonte de estudos para manter a cultura brasileira e que sua prática seja divertida e não competitiva; o último mestre que lida também com crianças e adolescentes carentes tem como principal objetivo transmitir para seus alunos que não fumem, não bebam e respeitem ao próximo para serem respeitados escolhendo suas companhias e ambientes

Com relação ao gênero tivemos que no primeiro grupo a professora é mais graduada e somente uma aluna tem graduação equivalente à graduação dos homens mais graduados; no segundo grupo tem uma mulher que vai pegar o terceiro cordel, neste grupo ela já poderá exercer a função de instrutora durante as aulas; no terceiro grupo tem apenas uma mulher  no segundo cordel; no quarto grupo apenas duas mulheres têm a quarta e quinta graduação, elas são professoras; no quinto grupo não tem mulheres mais graduadas, apenas uma ex-integrante do grupo chegou à quinta corda; no sexto grupo apenas uma mulher é mais graduada, ela esta na quarta corda e exerce papel de instrutora; no último grupo tem apenas uma mulher mais graduada, porém ela dá aula em Rio Branco, em Viçosa não tem nenhuma. O que fica claro é que em relação aos homens existem poucas mulheres que adquirem maior grau de graduação.

Uma classificação utilizada para a capoeira nacional é capoeira regional e a capoeira de Angola. A maioria dos grupos pratica a capoeira regional, ela caracteriza-se por ser uma  corrente criada pelo mestre Bimba em 1928, onde “’é o batuque misturado com angola, com mais golpes, uma verdadeira luta, boa para o físico e para mente”. Já capoeira de Angola é uma capoeira mais maliciosa, com ritmo menos acelerado e menos sistematizado.

O primeiro grupo pratica a capoeira regional sem esquecer de Angola; o segundo, afirma que eles praticam a capoeira contemporânea onde o professor relata que pega todos os  tipos de manifestação da capoeira regional, miudinho, angola e dança (dança-afro , dança do fogo e samba de roda); o terceiro grupo pratica a regional; o outro diz que treinamos dois, com características mais acentuadas na regional; o quinto  pratica a contemporânea e mais ou menos a angola; o sexto pratica a contemporânea e sétimo pratica a regional misturando um pouquinho de angola.

Sobre a relação de capoeira com profissionalização tivemos que,  a primeira professora entrevistada afirma que faz mais pela capoeira, do que pelo profissionalismo, pela valorização da capoeira, pelo prazer e a diversão em ensinar, aplicar para aprender analisando a capoeira, no segundo grupo o professor tem a capoeira como uma pequena fonte de renda apesar de sempre pensar nos alunos além de participar fora da academia de projetos onde ele ensina a capoeira para crianças carentes como forma de atividade lúdica e de conhecimento através da cultura brasileira, mais especificamente a cultura da capoeira; no terceiro, no quarto, no quinto , sexto e sétimo grupos eles não vêem aa capoeira como fonte de renda, todos eles dão aula pelo prazer de ensinar a capoeira na prática e na teoria onde eles transmitem a história do Brasil na visão das classes menos privilegiadas e não na visão dos senhores de engenho ou da burguesia (Vieira, 1998).

Com relação a percepção dos entrevistados a respeito da capoeira e seus elementos culturais, tivemos que  a primeira entrevistada afirma que a capoeira é cultura principalmente porque ela esta sempre embutida na forma de viver de cada lugar, porque é uma arte aprendida, que vem do negro e é diferente a cada região que você vai, a forma de jogar, de tocar berimbau, de cantar e perpetuar seus valores; no segundo grupo o professor afirma que  de um erro do Brasil, a escravidão, nasceu uma manifestação cultural boa e que deveria ser conservada; no terceiro grupo o  professor diz que a capoeira é uma arte vinda dos negros e nascida no Brasil, por  isso a capoeira é cultura; no quarto a professora sustenta que a capoeira é um grande estímulo e resgate da cultura brasileira, deixando de lado a tendência de importar tudo, até a cultura; no quinto grupo o mestre declara que a capoeira foi herdada de africanos escravos que começaram a jogar a capoeira para sua própria defesa mas é um estilo típico da sociedade brasileira; no sexto grupo  o professor vê a capoeira como forma de expressar toda a cultura brasileira; no último o mestre relata a capoeira como cultura, dança, brincadeira, saúde e educação. A capoeira é como um mundo, o negro veio da África e aqui no Brasil eles fizeram a capoeira. Tem que divulgar a capoeira como arte e o quanto os escravos sofriam antigamente.

Sobre a noção de capoeira como um esporte, tivemos que, no primeiro grupo a professora não consegue ver a capoeira como esporte, quando se fala em regras, competições, métodos, ela afirma que  a capoeira não têm regras, ela é praticada de forma lúdica. Em sua fala cita Dias Gomes: “ na capoeira os contendores não são adversários, são camaradas.Não lutam, fingem lutar.”; no segundo, o professor acha que a capoeira tem que ser bem pensada quanto esporte e como todo esporte tem regras, estas tem que ser bem discutidas para não descaracterizar a cultura e a filosofia da capoeira; no terceiro  o professor vê a capoeira mais como cultura do que como esporte; no quarto grupo a visão de esporte preocupa a professora devido à característica de ser uma cultura e uma arte individual  e não sistematizada.Isso pode fazer vários estilos virarem um só; no quinto grupo o mestre não vê com bons olhos a questão de existirem campeonatos.Não vê justificativa duas pessoas se batendo para ganhar um troféu. Perde o fundamento da origem da capoeira; no sexto grupo, o professor diz que a capoeira é esporte, é organizada, porém cada lugar tem características diferentes; no sétimo grupo o mestre diz que a capoeira é um esporte nacional e nos campeonatos existem regras, tais como: não pode ter dedo no olho, se for mulher não pode bater no seio e a pessoa cair perde ponto. Ele fala que o campeonato é importante por que é sinal que a pessoa esta crescendo e quer ser campeão , mostra o que o aluno aprendeu.

A respeito da necessidade de formação de Educação Física para ser mestre ministrar aulas de capoeira as seguintes argumentações foram dadas: a primeira entrevistada fala que é errado por causa da questão cultural, não é todo mundo que tem condições de entrar na universidade e esta não ajuda o graduado a se capacitar para dar aula de capoeira. O legal dentro da capoeira é o reconhecimento do mestre dentro da cidade e a riqueza dela esta aí , na história que este conta aos seus alunos, no prazer do mestre em ter chegado e merecido tal graduação; o segundo entrevistado diz que o diploma auxilia, mais a capoeira tem suas competências que extrapolam a educação física; o terceiro entrevistado fala que não acha correto esta exigência porque muitos professores e mestres por aí teriam que parar de dar aula de capoeira por não terem condições de entra entrarem na universidade. Ele acha que esta correto adquirir alguma instrução dos professores de educação física, mas não, serem obrigados a terem diploma; a quarta entrevistada não aprova porque não é só esporte, mas também cultura, não se aprende em escola e sim no dia-a-dia; o quinto entrevistado declara isto esta por fora, que agora que a capoeira esta crescendo eles querem ganhar dinheiro em cima dela, agora que ela esta se expandindo para o exterior; o sexto entrevistado não concorda mas para evitar problemas esta filiado a um órgão e Belo Horizonte chamado Conselho Regional de Educação Física (CREF) onde filiado a este ele não precisa de diploma; o último entrevistado é contra , esta fazendo um abaixo-assinado contra essa exigência.Diz que tem muito mestre sem diploma, se isso continuar muitos deles terão que fechar as portas  das academias e o conhecimento da capoeira vai se estagnar.

        

CONSIDERAÇÕES FINAIS

         A contextualização da prática da capoeira na cidade Viçosa revela uma tipificação diferenciada destes grupos quando comparados a outros grupos nacionais. Buscamos a descrição dos grupos e suas principais características como uma estratégia de tipificar e conseqüentemente, diferenciar estes grupos de outros grupos existentes em outros locais. Estas diferenças podem ser percebidas: primeiro, pelas próprias características da cidade de Viçosa que reúne uma grande quantidade de pessoas que podemos aqui definir como de curta e média estádia, são estes os alunos segundo grau, graduação e pós-graduação. Além destes existem aquelas pessoas que são de cidades próximas, no entanto trabalham ou estudam em Viçosa, uma vez que esta é uma das maiores cidades daquela da Zona da Mata de  Minas Gerais.         Assim, somam-se nas atividades de capoeira estas pessoas com trajetórias e perspectivas diferenciadas.

         Para além disto, este é um local onde observamos um contato e uma interseção de duas  lógicas que coexistem em Viçosa, uma de característica urbana e outra de característica rural. Estas duas formas bem diferenciadas de organização social e sobretudo de valores culturais, se fazem representar nos grupos de capoeira, uma vez que as pessoas destes grupos que são oriundos da própria cidade e adjacências revelam que em muitos casos ou moram ou são oriundos da zona rural. Isto apesar de não termos explorado mais aprofunda especificamente este aspecto no atual estudo.

         O ponto central de análise recai na conclusão de que uma das especificidades da capoeira na cidade de Viçosa esta em que os grupos praticantes apontam que, apesar de sua crescente “esportivização”, não é este o aspectos ou perfil que eles preferem ou seguem. De uma forma, geral, respaldam o viés lúdico desta prática, enquanto uma atividade com poucas regras e na qual o rendimento não figura como um elemento a ser valorizado. É uma atividade feita para se atingir um determinado grau de satisfação, integração social e na qual valores culturais são transmitidos, quer seja, valores da cultura brasileira em geral, quer seja, valores culturais específicos daquela comunidade. Para além disso, serve também como um meio de se resgatar e valorizar a história dos negros brasileiros.

 

REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA

GEERTZ, Clifford.  A  Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar, 1978.

SOARES, Carlos Eugênio. L. A capoeira escrava e outras tradições rebeldes. Campinas/SP: Editora da Unicamp, 2001.

VIEIRA, Luis Inácio. O jogo de capoeira cultura Popular no Brasil. Rio de Janeiro: Sprint, 1998.

 

 

Red Latinoamericana de Recreación y Tiempo Libre  |  Red Nacional de Recreación

Fundación Colombiana de Tiempo Libre y Recreación / FUNLIBRE

 



[1] Acadêmica do Curso de Educação Física da Universidade Federal de Viçosa.

[2] Professor Doutor da Universidade Federal de Viçosa, Integrante do Grupo de Pesquisa Ensino, Corpo e Sociedade da UFV; Integrante do Grupo de pesquisa Cultura e Futebol da UERJ. Av. P. H. Rolfs s/n Cidade Universitária – Departamento de Educação Física – Viçosa / e-mail: jjvieira@ufv.br.

[3] Termo utilizado para se referir ao local sede do grupo.